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Manchester City é considerado culpado em 115 acusações financeiras na Premier League

Clube inglês afirma que é inocente e pretende recorrer da decisão até 2 de outubro.

Manchester City é considerado culpado em 115 acusações financeiras na Premier League
Foto: Serena Taylor/Newcastle United via Getty Images

O Manchester City foi considerado culpado das 115 acusações relacionadas a violações dos regulamentos financeiros da Premier League. O clube tem até o dia 2 de outubro para recorrer da decisão, informou a liga inglesa em comunicado.

Uma comissão independente concluiu que, entre as temporadas 2009/10 e 2017/18, o clube organizou contratos falsos com parceiros comerciais, registrou contas incorretas e ocultou sua situação financeira de auditores e reguladores do futebol. Também foram apontadas violações dos limites de gastos da Premier League e da Uefa.

A comissão afirmou ainda que o Manchester City descumpriu várias vezes os deveres de cooperação e de máxima boa-fé durante a investigação conduzida pela liga.

A definição da punição ocorrerá em uma audiência separada. A Premier League informou que essa etapa será privada e confidencial até que a divulgação do resultado seja autorizada. O conselho da liga declarou que pretende concluir o processo, incluindo eventuais recursos e a publicação das decisões, o mais rápido possível.

Posição do clube

Em nota divulgada após o anúncio, o Manchester City disse estar “tão desapontado quanto surpreso”. O clube afirmou ser inocente, declarou ter um conjunto abrangente de provas e disse que recorrerá nos fóruns regulatórios e legais apropriados.

O caso começou em fevereiro de 2023, quando o clube foi acusado de violar as regras financeiras da Premier League mais de 100 vezes durante nove anos. A investigação durou quatro anos antes de ser encaminhada à comissão independente.

As supostas infrações teriam ocorrido entre 2009 e 2018. Segundo a comissão, acordos comerciais simulados com patrocinadores e outros arranjos financiados pela Abu Dhabi United Group Investment & Development Ltd (ADUG), proprietária do clube, reduziram artificialmente os custos e elevaram as receitas registradas.

A comissão estimou que os esquemas reduziram os custos apresentados pelo clube em mais de £900 milhões. Também concluiu que houve ocultação do real estado financeiro do Manchester City perante seus auditores e os reguladores do futebol.

Texto produzido pela Redação Janela do Fato com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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