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Trump questiona fiança concedida a cinco suspeitos presos no Reino Unido

Presidente dos EUA criticou a libertação, mas elogiou a cooperação britânica e disse que os suspeitos podem ter ligação com o Irã.

Trump questiona fiança concedida a cinco suspeitos presos no Reino Unido

Donald Trump criticou nesta segunda-feira (28) a decisão de autoridades do Reino Unido de libertar sob fiança cinco homens presos no domingo (27) sob suspeita de terrorismo. As detenções ocorreram perto da base aérea de Fairford, no oeste da Inglaterra, usada pelas forças americanas.

“Estou surpreso por terem libertado [os suspeitos]; eu não teria feito isso”, disse Trump a jornalistas no Salão Oval da Casa Branca. Os cinco homens foram soltos após o pagamento de fiança e nenhuma acusação foi formalizada contra eles.

Investigação continua

De acordo com autoridades britânicas de contraterrorismo, a libertação ocorreu depois de “extensas entrevistas e investigações”. Os suspeitos são cidadãos britânicos, têm entre 23 e 25 anos e são da região de Londres. Os nomes não foram divulgados.

A base de Fairford é usada por aviões militares dos Estados Unidos que partem para missões na guerra contra o Irã. Por causa disso, o Corpo da Guarda Revolucionária Islâmica do Irã afirmou neste ano que a instalação poderia ser um “alvo legítimo” do regime islâmico e de aliados.

Trump também afirmou que os suspeitos podem estar ligados ao Irã, mas não apresentou detalhes. Apesar da crítica à decisão de conceder fiança, ele elogiou a cooperação das autoridades britânicas no caso.

O secretário de Estado americano, Marco Rubio, disse que a libertação pode ter causado preocupação, mas também avaliou que os britânicos têm cooperado e acompanham a investigação de perto. Segundo ele, o caso envolveu claramente a atuação de um agente estrangeiro e representou uma ameaça séria.

Laurence Taylor, chefe da divisão britânica de combate ao terrorismo, afirmou que a investigação não terminou. Ele disse que várias linhas continuam sendo apuradas.

Texto produzido pela Redação Janela do Fato com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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