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Ki MMA anuncia torneio com 32 lutadores e eventos no Brasil em 2027

Organização liderada por Scott Coker prevê estreia no primeiro trimestre de 2027 e terá torneio no peso-pena.

Ki MMA anuncia torneio com 32 lutadores e eventos no Brasil em 2027
Foto: Reprodução/Ki MMA

A organização de MMA Ki MMA, liderada por Scott Coker, foi lançada nesta segunda-feira em Nova York e prevê iniciar as atividades no primeiro trimestre de 2027. O dirigente confirmou que a empresa realizará eventos no Brasil várias vezes ao longo do próximo ano.

O principal projeto anunciado é um Grand Prix com 32 lutadores de diferentes países, disputado no peso-pena, até 65,8kg. As lutas serão realizadas em um ringue, e o torneio passará pela América do Norte, América do Sul, Ásia e Europa.

Coker afirmou que a organização buscará novos atletas brasileiros e terá eventos ao vivo no país. Ele disse que Royce Gracie o incentivou a visitar o Brasil para conhecer os lutadores. O dirigente também afirmou que pretende retomar um projeto que gostaria de ter realizado durante sua passagem pelo Bellator.

Entre os nomes presentes ao lançamento estava Cris Cyborg, com quem Coker trabalhou no Strikeforce e no Bellator. Após encerrar seu contrato com a PFL, a brasileira se tornou agente livre. Coker disse que conversará com ela sobre suas obrigações contratuais e possíveis oportunidades no Ki MMA. Para o dirigente, Cyborg é a maior lutadora feminina de todos os tempos.

A empresa também apresentou o lema “fighter-first”, traduzido como “lutador primeiro”. Coker afirmou que a proposta é colocar os atletas no centro do projeto, com respeito, apoio, promoção e desenvolvimento. Ele citou aprendizados obtidos com Kazuyoshi Ishii, dono do K1, e mencionou a relação com lutadores como Fedor Emelianenko e Royce Gracie.

O foco da organização será o torneio, que deve representar cerca de 30% das lutas promovidas. Também haverá combates em outras categorias e fora do Grand Prix.

Investimento e modelo de negócio

Coker informou que o investimento inicial é de cerca de US$ 60 milhões. Ele estima que o Ki MMA possa se tornar rentável em três anos, embora avalie que os resultados previstos possam ser alcançados em dois anos. A empresa também pretende contratar agentes livres, desde que os acordos façam sentido comercial.

O dirigente afirmou que não vê o Ki MMA em confronto com o UFC. Segundo ele, as organizações podem coexistir, com a nova empresa concentrada em torneios e na construção de novas estrelas.

Coker deixou o cargo de CEO do Bellator após a compra da empresa pela PFL. Agora, disse que decidiu retornar ao setor por acreditar que tem experiência para construir uma operação voltada aos lutadores e ampliar sua presença no mercado de esportes de combate.

Texto produzido pela Redação Janela do Fato com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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