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Brasil

Renan Santos promete ampliar ataques ao STF durante campanha presidencial

Candidato do Missão apresentou pedido de impeachment contra Alexandre de Moraes e Dias Toffoli e deve endurecer o discurso contra a Corte.

Com crise no STF, Renan Santos promete ligar modo "full anti-sistema"
Foto: Samuel Pancher/Metrópoles

A campanha de Renan Santos, do Missão, pretende ampliar as críticas a ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) após a divulgação de conversas entre Daniel Vorcaro e Alexandre de Moraes. A estratégia prevê reforçar a acusação de que uma ala da Corte tomou decisões ilegais em benefício próprio e prometer o enfrentamento de decisões consideradas inconstitucionais, caso seja eleito.

Renan protocolou um pedido de impeachment contra Moraes depois que as conversas foram divulgadas. A campanha avalia que ele tem maior liberdade, entre os presidenciáveis, para criticar o STF porque nenhum integrante do Missão teve relações com o dono do Banco Master.

O candidato também apresentou um pedido de impeachment contra Dias Toffoli. Ele teve as redes sociais bloqueadas por mais de 24 horas por decisão do ministro, devido a falhas nas informações de suas páginas na internet.

O bloqueio ocorreu no contexto de problemas de Renan com o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), apontado como o candidato à Presidência da República que mais enfrentou medidas da Corte até agora.

No início do ano, o MBL, movimento que deu origem ao Missão, convocou manifestações contra Toffoli por causa de sua relação comercial com Daniel Vorcaro. A campanha pretende intensificar a posição de Renan contra ministros do STF durante a disputa pelo Palácio do Planalto.

Texto produzido pela Redação Janela do Fato com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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