A segunda temporada de “Matéria escura” expandiu a história para além do livro de Blake Crouch, com participação dos atores nas discussões sobre relações, conflitos e destinos dos personagens. O sexto episódio estreia nesta sexta-feira (2).
Joel Edgerton, que interpreta o professor de física protagonista e também atua como produtor executivo, ajudou a definir detalhes da trajetória dos personagens. “Era como um território desconhecido, como uma página em branco”, afirmou o ator.
Crouch continua como criador e showrunner da série. A estrutura principal da nova temporada foi desenvolvida por ele e por Jacqueline Ben-Zekry, sua esposa e editora. Depois, Edgerton e os demais produtores executivos contribuíram para dar forma aos relacionamentos e às situações vividas pelos personagens.
Jennifer Connelly, que interpreta a mulher do protagonista, disse que não participou da criação da premissa central. Para ela, sua função foi colaborar na construção do casamento, dos desafios enfrentados pelo casal e dos caminhos tomados ao longo da narrativa.
A temporada acompanha a família do professor escondida em um universo paralelo enquanto tenta escapar de versões alternativas dele mesmo. A trama também mostra os efeitos da fuga para outras realidades e a necessidade de adaptação dos personagens, espalhados por diferentes universos.
Alice Braga interpreta uma psicóloga que decide permanecer em uma realidade aparentemente perfeita. Segundo a atriz, o destino da personagem era um dos pontos que mais geravam dúvidas entre os leitores do livro. Ela afirmou que a história se tornou mais confusa e dinâmica ao multiplicar versões dos personagens e afastá-los do próprio mundo.
Obras que marcaram as carreiras
Ao comentar trabalhos que poderiam ter mudado suas trajetórias, Connelly citou “Réquiem para um sonho” e “Amor maior que a vida”. A atriz também lembrou de “Uma mente brilhante” (2001), filme em que conheceu Paul Bettany, com quem construiu relacionamentos importantes.
Edgerton destacou sua participação em “Star Wars: Episódio II - Ataque dos Clones” (2002). Embora tenha aparecido rapidamente como o tio de um futuro Luke Skywalker, ele disse que o papel abriu portas para sua carreira nos Estados Unidos.
Braga apontou “Cidade de Deus” (2002), de Fernando Meirelles, como um divisor de águas. Ela estava no terceiro colegial quando participou do filme e ainda tinha dúvidas entre seguir como atriz ou trabalhar nos bastidores do cinema. A experiência a ajudou a decidir pela atuação.








