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Prime Video leva romance de Ali Hazelwood para as telas

Adaptação de “A Hipótese do Amor” acompanha uma relação de mentira entre pesquisadores e reforça a aposta do streaming em romances populares.

Prime Video leva romance de Ali Hazelwood para as telas
Foto: Philippe Bossé/Philippe Bossé/Prime

O Prime Video lançou uma adaptação de “A Hipótese do Amor”, romance de Ali Hazelwood que chegou à lista de mais vendidos do The New York Times. A história acompanha uma candidata a doutorado e um professor que fingem estar em um relacionamento até a encenação se transformar em paixão.

Olive Smith, interpretada por Lili Reinhart, dedica a maior parte do tempo ao laboratório e à pesquisa. Para ajudar uma amiga, ela afirma estar namorando Adam Carlsen, vivido por Tom Bateman, um professor e pesquisador conhecido pelo temperamento difícil.

A farsa também interessa a Adam. O personagem espera melhorar sua imagem entre os colegas e conseguir recursos para a própria pesquisa. A convivência faz com que o acordo deixe de ser apenas estratégico.

A origem da história

Antes de se tornar livro, a trama era uma fanfic sobre Rey e Kylo Ren, personagens de “Star Wars”. Ali Hazelwood mudou os nomes e as características dos protagonistas, dando origem ao romance que agora foi adaptado para o streaming.

O lançamento faz parte da aposta da Amazon no público jovem adulto por meio de adaptações de livros populares. Entre as produções voltadas a essa audiência estão “Daisy Jones and The Six”, “Vermelho, Branco e Sangue Azul”, “O Verão que Mudou Minha Vida” e “Off Campus: Amores Imporváveis”. “Sterling Point”, embora não seja baseado em um livro, também mira um público semelhante.

Esse mercado ganhou força com o BookTok, nicho do TikTok dedicado a recomendações literárias. Entre os romances que circulam na rede estão “Puro Impulso”, de Lauren Asher, e as séries “Windy City”, de Lim Thomford, e “Boys Of Tommen”, de Chloe Walsh. Adaptações dessas obras já foram confirmadas para o streaming.

Cenas recortadas e vídeos de casais ajudam essas produções a circular novamente nas redes e podem levar espectadores aos livros e às comédias românticas.

Para Reinhart, a vulnerabilidade masculina e demonstrações diretas de afeto ajudam a explicar o interesse pelo gênero. A atriz também citou os “meet-cutes”, encontros casuais comuns nessas histórias. Bateman afirmou: “O amor é a força mais poderosa e bela, e é por isso que as pessoas sempre voltam a ela”.

Texto produzido pela Redação Janela do Fato com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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