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Cinco produções que usam o formato documental para fazer humor

Comediantes, atores e câmeras que simulam documentários criam situações absurdas em cinco filmes e séries.

Cinco produções que usam o formato documental para fazer humor
Foto: Divulgação/HBO Max

O formato documental pode servir tanto para acompanhar experiências conduzidas por comediantes quanto para transformar ficções em registros aparentemente reais. O resultado aparece em cinco produções que exploram entrevistas, câmeras instáveis e situações cotidianas para criar humor.

O Ensaio

Em O Ensaio (2022), Nathan Fielder simula situações delicadas antes que elas aconteçam. Para isso, constrói cenários, contrata atores e reproduz experiências de pessoas comuns que participam do projeto.

A proposta se torna cada vez mais complexa à medida que Fielder se envolve com os participantes e tenta descobrir até onde é possível ensaiar decisões e compreender os problemas dos outros. A produção tem duas temporadas e 12 episódios, disponíveis na HBO Max e no Prime Video.

O Mundo por Philomena Cunk

Na série O Mundo por Philomena Cunk, a personagem interpretada por Diane Morgan tenta explicar a história da humanidade sem dominar o assunto. Ela visita museus, monumentos e locais históricos, além de entrevistar especialistas.

As perguntas variam do ingênuo ao absurdo, enquanto historiadores e acadêmicos respondem com seriedade. A diferença entre o conhecimento dos entrevistados e a postura de Cunk sustenta o humor dos 5 episódios da produção, disponível na Netflix.

Borat: Fita de Cinema Seguinte

No filme de 2020, Borat, vivido por Sacha Baron Cohen, volta aos Estados Unidos para tentar recuperar a reputação do Cazaquistão. Depois de descobrir que tem uma filha adolescente, Tutar, interpretada por Maria Bakalova, ele decide oferecê-la ao vice-presidente Mike Pence e a outras figuras ligadas ao poder em Washington.

A produção coloca Borat e Tutar em situações reais, sem que os participantes saibam que estão sendo satirizados. O filme também usa o olhar estrangeiro dos personagens para expor costumes e manifestações políticas da extrema direita americana. O longa está no Prime Video e tem 95 min.

Isto é Spinal Tap

Em Isto é Spinal Tap (1984), uma equipe liderada por Marty DiBergi, personagem de Rob Reiner, acompanha a turnê americana de uma banda britânica de glam rock em decadência.

Shows cancelados, queda no público e conflitos internos são tratados pelos integrantes como se fossem acontecimentos normais na carreira de um grupo no auge. A câmera imita um documentário musical e reforça o contraste entre a imagem da banda e a realidade. O filme está no Prime Video (Sony One) e dura 84 min.

The Office

The Office usa a aparência de documentário para ampliar as situações do roteiro. A série acompanha a rivalidade e as pegadinhas entre Jim Halpert, interpretado por John Krasinski, e Dwight Schrute, vivido por Rainn Wilson.

Michael Scott, personagem de Steve Carell, conduz o escritório com uma ideia exagerada de que os funcionários formam uma família. A câmera registra os constrangimentos e o caos da empresa de papel como se acompanhasse um documentário real. A produção tem nove temporadas e 201 episódios, disponíveis na HBO Max, no Prime Video e na Netflix.

Texto produzido pela Redação Janela do Fato com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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