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Rock in Rio avalia levar sertanejo e country ao festival

Roberto Medina colocou os dois gêneros no radar; especialistas indicam nomes como Ana Castela e Luan Santana para a programação.

Rock in Rio avalia levar sertanejo e country ao festival
Foto: Reprodução/Instagram

O sertanejo e o country entraram no radar do Rock in Rio. Roberto Medina, fundador do festival, afirmou durante o evento que ainda não tomou uma decisão objetiva, mas considera abrir espaço para os gêneros.

“Por que não? O sertanejo é o gênero que é o mais tocado no Brasil, e o country é um gênero muito bacana”, disse Medina. Em outra declaração, Roberta Medina, vice-presidente da Rock World, também deixou aberta a possibilidade de o festival receber o gênero ao ser questionada sobre Jorge e Mateus.

A presença sertaneja já ocorreu em 2024, no Dia Brasil, programação criada para reunir estilos da música brasileira. Chitãozinho e Xororó participaram de um show com convidados. Para Marcos Bernardes, do Blognejo, a iniciativa foi insuficiente e a nova declaração responde a uma pressão recorrente por mais espaço para o gênero.

Nomes indicados para a programação

Ana Castela aparece como consenso entre os especialistas para o Palco Mundo, o principal do festival. Marcão avalia que a cantora tem forte ligação com o pop e utiliza elementos pouco comuns em shows sertanejos, como balé com orientação pop. Renato Sertanejeiro também cita o caráter rock pop do álbum mais recente da artista, que entrou no Grammy Latino.

Luan Santana é outro nome lembrado para o palco principal. Marcão afirma que o cantor transita bem entre gêneros e tem condições de apresentar um espetáculo de grande produção e tecnologia.

Mauro Ferreira defende que a música sertaneja esteja no festival em 2028. O colunista também sugere uma formação especial com Daniel e Leonardo, reunidos para apresentar repertório de Tonico & Tinoco no Palco Sunset.

Ferreira considera que a diversidade de gêneros foi uma característica do Rock in Rio desde 1985 e que a popularidade da música sertaneja no Brasil justifica a inclusão. Marcão também afirma que o festival precisa ampliar a pesquisa sobre o mercado musical e deixar de associar o sertanejo apenas a nomes tradicionais.

Para Renato Sertanejeiro, a aproximação entre o festival e o gênero pode reunir públicos e culturas diferentes. Ele afirma que um dia dedicado ao sertanejo poderia ser positivo para o evento.

Texto produzido pela Redação Janela do Fato com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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