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Flávio Medeiros relembra Ba-Vi, camisa 24 e adaptação na Arábia Saudita

Meio-campista fala sobre a passagem por Bahia e Vitória, os desafios culturais no Oriente Médio e os planos para o futuro.

Flávio Medeiros relembra Ba-Vi, camisa 24 e adaptação na Arábia Saudita
Foto: Felipe Oliveira/EC Bahia

Flávio Medeiros, de 30 anos, relembrou a passagem por Vitória e Bahia, falou sobre o uso da camisa 24 contra a homofobia e contou como se adaptou à Arábia Saudita. Atualmente no Al-Faisaly, o meio-campista também projetou os próximos anos da carreira e disse que gostaria de voltar ao Brasil para ficar mais perto da família.

Formado na base do Vitória, Flávio estreou profissionalmente pelo clube, mas perdeu espaço após a reformulação do elenco em 2016. Ele passou por Ferroviária e Santo André antes de receber a proposta do Bahia. A mudança provocou críticas de torcedores, mas o jogador afirmou não se arrepender da escolha.

No Bahia, chegou em 2018 e se tornou titular em 2019. A passagem terminou com dois títulos do Campeonato Baiano e uma transferência para o futebol turco. Flávio também atuou ao lado do irmão gêmeo, Fernando Medeiros, que hoje defende o Egnatia, da Albânia.

A camisa 24 marcou o período no clube baiano. O número foi escolhido em uma ação contra a homofobia no futebol e, depois de usá-lo inicialmente em um jogo, o jogador decidiu mantê-lo. Ele contou que sofreu provocações de torcedores rivais, mas afirmou que voltaria a vestir a camisa sem problemas.

Em 2022, Flávio foi para o Al-Taawoun, na Liga da Arábia Saudita. O jogador relatou dificuldades de adaptação cultural, incluindo um episódio em que ele e a esposa deixaram uma loja porque se sentiram observados após ela sair sem usar uma abaya. Com o tempo, disse ter se acostumado à cultura e à religião locais.

Na Arábia Saudita, o meio-campista acompanhou a chegada de nomes como Cristiano Ronaldo, Benzema, Neymar, Roberto Firmino e Mané. Ele também enfrentou Cristiano Ronaldo em uma partida vencida por 2 a 0 e descreveu o encontro no túnel como uma lembrança marcante.

Flávio afirmou que ainda está aberto a propostas de diferentes países, mas deseja voltar ao Brasil para que o filho cresça perto da família. Ele também disse que não pretende trabalhar com futebol após a aposentadoria, citando o desgaste das viagens e o fato de não ter acompanhado o nascimento do filho.

Além de Bahia e Vitória, o jogador defendeu Trabzonspor, Giresunspor, Al-Taawoun e Al-Faisaly. Também conquistou a Supercopa Turca em 2020.

Texto produzido pela Redação Janela do Fato com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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