O ministro da Segurança de Israel, Itamar Ben-Gvir, afirmou que o incidente com um avião que seguia para Tel Aviv foi provocado por um “terrorista que planejava derrubar um avião e assassinar os 180 israelenses a bordo”. O caso ocorreu nesta quarta-feira (30/9).
A aeronave, um Boeing 737 Max 8 da Flydubai, saiu de Dubai, nos Emirados Árabes Unidos, com destino à capital israelense. Cerca de 2 horas e meia depois da decolagem, o voo emitiu um sinal geral de emergência e, na sequência, um possível alerta de interferência ilegal, conforme o FlightRadar24.
Relatos de passageiros indicaram que o piloto teria sido esfaqueado. O avião foi desviado para a Arábia Saudita e pousou no aeroporto de Tabuk. A administração do aeroporto informou que o comandante e o primeiro oficial estavam feridos e foram hospitalizados.
Ben-Gvir declarou que Israel fez “um trabalho maravilhoso nos últimos dois anos e meio”, em provável referência às guerras do país. O ministro também afirmou que não se pode interromper a atuação israelense até uma “decisão absoluta” no Irã, no Líbano, em Gaza, em Judá e em Samaria.
Em outra declaração, Ben-Gvir disse que o episódio reforça a avaliação de que não se deve presumir que os inimigos valorizem a vida ou que seja necessário ter pena deles. Para o ministro, o terrorismo não pode ser objeto de acordo e deve ser derrotado e erradicado.
O incidente é investigado pela Mossad, pelo Ministério dos Transportes e pelas Forças de Defesa de Israel. Judá é descrita no texto como a região atualmente situada entre a Cisjordânia e Israel; Samaria corresponde ao norte da Cisjordânia.







