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Política

Candidatos católicos estão em disputa por governos de 12 estados dos EUA em 2026

Pelo menos 14 candidatos católicos participam das 36 disputas para governador previstas nos Estados Unidos neste ano.

Candidatos católicos estão em disputa por governos de 12 estados dos EUA em 2026

Pelo menos 14 candidatos que se identificam publicamente como católicos disputam governos estaduais nas eleições de 2026 nos Estados Unidos. Ao todo, uma dúzia de estados pode eleger governadores católicos, e Texas e Massachusetts já têm candidatos católicos dos dois principais partidos.

Se todos os candidatos católicos vencerem, o número de governadores católicos no país passará de 20 para 22. O Centro Eagleton sobre o Governador Americano informa que 20 governadores dos Estados Unidos se identificam publicamente como católicos.

Em Massachusetts, a governadora democrata Maura Healey enfrenta o republicano Michael Minogue. No Texas, o republicano Greg Abbott concorre contra a democrata Gina Hinojosa. Com isso, os dois estados têm candidatos católicos dos partidos Democrata e Republicano.

Abbott, eleito governador pela primeira vez em 2014, afirmou que sua fé influencia decisões relacionadas à proteção da vida, ao aborto, à eutanásia, à justiça para vítimas e à dignidade dos trabalhadores. Hinojosa, integrante da Câmara do Texas desde 2016, disse que a fé orienta suas ações e lhe dá coragem para fazer o que considera certo.

Outros candidatos

Em Nebraska, o governador republicano Jim Pillen enfrenta a ex-senadora estadual democrata Lynne Walz. Pillen declarou que sua fé orienta seu compromisso com a proteção da vida, o serviço aos outros, o respeito à dignidade humana e a construção de comunidades mais seguras e fortes.

Em Connecticut, o republicano Ryan Fazio desafia o governador democrata Ned Lamont. Fazio afirmou que levaria para o governo os princípios católicos de serviço justo e rejeição às tentações do poder.

Em Idaho, a democrata Terri Pickens Manweiler enfrenta o governador republicano Brad Little. Ela se definiu como católica romana não praticante e disse defender a separação entre igreja e Estado, afirmando que não imporia suas crenças por meio da política ou da administração pública.

Texto produzido pela Redação Janela do Fato com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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