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Política

Aplicativo E-Título supera 6 milhões de acessos durante a eleição

Kássio Nunes Marques afirmou que o uso do aplicativo ajudou a reduzir filas e que os sistemas eleitorais funcionavam normalmente.

Aplicativo E-Título supera 6 milhões de acessos durante a eleição

O aplicativo E-Título registrou mais de 6 milhões de acessos e mais de 3 milhões de justificativas durante a eleição, informou neste domingo (4) o presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Kássio Nunes Marques. Segundo ele, o uso da ferramenta ajudou a reduzir as filas nas sessões de votação.

Até o começo da tarde, mais de 1,1 mil urnas haviam sido substituídas, o equivalente a 0,2% dos equipamentos em uso. Nunes Marques afirmou que os sistemas estavam funcionando e que não havia sido necessário recorrer a urnas para votação manual.

Também foram registradas 453 denúncias de suposta desinformação até o começo da tarde. Desde 16 de agosto, o total chegou a 2,8 mil ocorrências. O presidente do TSE disse que não houve casos relevantes de deep fakes relacionados aos candidatos à Presidência da República.

“De conteúdo novo, muito pouco foi detectado no dia de hoje”, afirmou Nunes Marques. Ele acrescentou que não foi identificado material capaz de comprometer a eleição.

Ocorrências e funcionamento

O ministro informou que 59 pessoas foram detidas por suspeita de crimes eleitorais, sendo 25 em flagrante. Mais de R$ 380 mil em espécie foram apreendidos no dia, enquanto o valor acumulado desde janeiro ultrapassou R$ 30 milhões.

Nunes Marques disse ainda que os efeitos do El Niño não impediram o deslocamento dos eleitores. No Paraná, fortes chuvas e ventos interromperam mais cedo o fornecimento de energia elétrica em cerca de 140 cidades. Ele afirmou que havia baterias e geradores suficientes para a conclusão da votação até às 17h e para a transmissão dos dados da totalização.

O presidente do TSE também declarou que não havia indícios de interferência ou riscos às embaixadas estrangeiras. De acordo com ele, não foram recebidos relatórios da Polícia Federal ou da Agência Brasileira de Inteligência (Abin) que apontassem ameaças internacionais ou do crime organizado.

Sobre a confiabilidade das urnas, Nunes Marques afirmou que o tribunal estruturou uma rede com órgãos, instituições e agências participantes do processo eleitoral. Ele disse que o sistema funcionava com normalidade e transparência.

As ocorrências envolvendo celulares nas cabines são tratadas inicialmente pelos tribunais regionais. Os mesários receberam orientação para impedir o uso dos aparelhos durante a votação.

Texto produzido pela Redação Janela do Fato com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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