RIO GRANDE DO NORTE — Flávio Bolsonaro (PL) afirmou que pretende manter uma relação pragmática economicamente com a China caso seja eleito presidente da República. A declaração foi dada na 2ª feira (21.set.2026), durante um evento de campanha no estado.
O candidato disse que o Brasil deve evitar a escolha de um único bloco de potências e buscar investimentos e transferência de tecnologia. “A gente não tem que escolher um lado”, declarou.
Flávio também criticou a política externa do governo Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Segundo o senador, um eventual governo dele dará prioridade aos interesses econômicos brasileiros nas relações com Estados Unidos, China, Israel, Argentina e Paraguai, além de países do Oriente Médio.
O candidato afirmou ainda que o Brasil tem condições de garantir segurança alimentar e energética para o próprio país e para o exterior. Na avaliação dele, investidores aguardam uma mudança na Presidência para ampliar os aportes no Brasil.
“Está o mundo inteiro só esperando trocar o presidente da República para chover investimento aqui no nosso país”, afirmou.








