O instituto Gerp divulgou nesta quarta-feira (9) pesquisa de intenção de voto para a Presidência da República nas eleições de 2026. No cenário estimulado do primeiro turno, Flávio Bolsonaro (PL) aparece com 37%, contra 34% de Luiz Inácio Lula da Silva (PT). A diferença está dentro da margem de erro e configura empate técnico.
Na simulação espontânea, quando os nomes dos candidatos não são apresentados, Flávio tem 33% e Lula, 30%. Escritor Augusto Cury (Avante) registra 4%, seguido por Renan Santos (Missão), com 3%, e Ronaldo Caiado (PSD), com 2%. Outros nomes aparecem com 0%. Ainda não sabem em quem votar 27% dos entrevistados.
No cenário estimulado, também aparecem Escritor Augusto Cury, com 6%; Ronaldo Caiado, com 5%; Renan Santos, com 4%; Pablo Marçal (PRTB), com 2%; e Zema (Novo), com 1%. Samara (UP), Rui Costa Pimenta (PCO), Hertz Dias (PSTU) e Clariana Barão (DC) têm 0%. Nenhum candidato soma 4%, e 8% não sabem.
Segundo turno e rejeição
Na disputa direta entre Flávio Bolsonaro e Lula, o candidato do PL registra 47%, enquanto Lula tem 40%. Nenhum dos dois é escolhido por 11%, e 3% não sabem ou não responderam.
Lula lidera a rejeição, com 49% dos entrevistados dizendo que não votariam nele de jeito nenhum. Flávio Bolsonaro aparece com 40%. Renan Santos tem 9%; Pablo Marçal, Zema e Ronaldo Caiado, 8% cada; e Escritor Augusto Cury, 7%.
Rui Costa Pimenta, Samara, Edmilson Costa (PCB) e Clariana Barão registram 6% cada. Veterinário Wilson Grassi (Democrata) e Hertz Dias têm 5%. Outros 2% não votariam em nenhum dos candidatos, 2% poderiam votar em qualquer um deles e 5% não sabem.
A pesquisa ouviu 2.400 entrevistados entre 3 e 8 de setembro de 2026. O levantamento foi contratado pelo próprio instituto, tem nível de confiança de 95,55% e margem de erro de 2,0 pontos percentuais. O registro no Tribunal Superior Eleitoral é BR-00251/2026.
O primeiro turno está marcado para 4 de outubro. Pablo Marçal foi incluído na simulação, embora esteja inelegível. O TSE tem até 14 de setembro para julgar e homologar ou barrar os registros dos presidenciáveis. Veterinário Wilson Grassi e Edmilson Costa não foram citados no cenário estimulado.







