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Política

Putin acusa Ocidente de criar nova divisão entre Rússia e Europa

Presidente russo criticou sanções, apoio europeu à Ucrânia e possível envio de tropas durante encontro do Clube Valdai.

Putin acusa Ocidente de criar nova divisão entre Rússia e Europa

O presidente da Rússia, Vladimir Putin, afirmou que países ocidentais estão criando uma nova “Cortina de Ferro” para separar a Rússia da Europa. A declaração foi feita em 1º.out.2026, durante o encontro anual do Clube Valdai, e divulgada pela organização do evento.

Putin disse que os europeus, e não a Rússia, são responsáveis pela nova divisão. Ele comparou o cenário atual à separação da Europa durante a Guerra Fria.

Durante o discurso, o presidente russo criticou a militarização dos países europeus, o apoio à Ucrânia e as sanções impostas à Rússia. Também afirmou preferir uma solução diplomática para a guerra, desde que o acordo tenha condições aceitáveis para a população russa.

Putin mencionou ainda o arsenal nuclear russo e advertiu sobre o risco de uma escalada militar atingir um “ponto de não retorno”. Ele afirmou que a Rússia responderia a uma agressão contra seu território.

O presidente também criticou a possibilidade de países europeus enviarem tropas à Ucrânia. Em 11 de setembro, havia dito que a entrada dessas tropas no conflito significaria que os países envolvidos estariam em guerra com a Rússia.

Histórico da expressão

A expressão “Cortina de Ferro” já havia sido usada por Putin em outros momentos. Em 2014, durante tensões relacionadas à Ucrânia e às sanções impostas a Moscou, ele afirmou que o Ocidente tentava isolar a Rússia.

Em 2022, depois do início da guerra na Ucrânia, Putin voltou a usar o termo ao tratar das sanções contra o país. Na ocasião, disse que “nenhuma Cortina de Ferro” seria capaz de isolar a economia russa.

Em agosto, Maria Zakharova, porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da Rússia, criticou o Reino Unido e a França pelo apoio militar à Ucrânia. Segundo ela, os 2 países estavam “brincando com fogo”, em referência às possíveis consequências para os aliados de Kiev.

Texto produzido pela Redação Janela do Fato com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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