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Política

Renan Santos promete enfrentar o Centrão e rejeita alianças no segundo turno

Candidato do Missão defendeu mudanças fiscais, criticou o STF e disse ser contrário ao apoio a Flávio Bolsonaro ou Lula.

Renan Santos diz que dever do partido dele é derrotar o Centrão
Foto: Gabriel Silva/Raspress/Estadão Conteúdo

O candidato à Presidência Renan Santos, do Partido Missão, afirmou que a principal tarefa de sua legenda é derrotar o Centrão. Durante uma sabatina, ele classificou o grupo como uma anomalia da política brasileira e disse que a vitória do partido representaria também uma vitória da democracia.

Santos defendeu a desvinculação dos pisos da saúde e da educação. Segundo ele, a medida permitiria maior controle das contas públicas, ampliaria a capacidade de o governo elaborar o orçamento e aumentaria os investimentos. Na avaliação do candidato, esse processo elevaria a riqueza geral e o poder de compra.

Ele também afirmou que sua proposta prevê mudanças no uso do salário mínimo como referência para reajustes de benefícios. A ideia, segundo Santos, é substituir os gatilhos automáticos por outro modelo.

Pena de morte e propostas institucionais

Santos disse ser pessoalmente favorável à pena de morte, mas afirmou que o tema não seria levado adiante durante os quatro anos de um primeiro mandato. Questionado sobre ser radical, negou a classificação e se definiu como uma pessoa sensata.

Em um bloco de perguntas rápidas, o candidato declarou apoio a uma dosimetria para os condenados pelo 8 de janeiro, à alteração completa do foro privilegiado e à autonomia do Banco Central. Ele também reiterou ser contrário à reeleição.

Sem apoio a Lula ou Flávio Bolsonaro

Renan Santos negou a possibilidade de apoiar Flávio Bolsonaro, do PL, ou Luiz Inácio Lula da Silva, do PT, em um eventual segundo turno. Ele afirmou que não pretende trabalhar com a hipótese de se juntar a esses grupos políticos.

Sobre a crise no Supremo Tribunal Federal, Santos disse acreditar que os fatos podem mudar a dinâmica das eleições nas próximas duas semanas. Também afirmou não reconhecer Alexandre de Moraes como ministro legítimo após revelações sobre um suposto envolvimento dele com o Banco Master.

Na avaliação do candidato, Lula seria o político mais afetado pela crise no Supremo. Ao comentar Flávio Bolsonaro, acrescentou que ainda seria preciso aguardar os desdobramentos.

Texto produzido pela Redação Janela do Fato com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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