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Momix leva “Botanica” a São Paulo com imagens projetadas e dez bailarinos

Espetáculo criado por Moses Pendleton combina corpos, luz, som e projeções para representar a natureza em uma visão fantasiosa.

Momix leva “Botanica” a São Paulo com imagens projetadas e dez bailarinos
Foto: Divulgação

A Momix apresenta “Botanica” em São Paulo de sexta (2) a domingo (4), em uma montagem que usa projeções, iluminação, objetos cênicos e dança para criar imagens inspiradas na natureza. O espetáculo também passa por Belo Horizonte nesta quarta (30), depois de estrear a temporada brasileira no Rio de Janeiro na semana passada. As últimas apresentações serão em Curitiba em 6 de outubro e em Porto Alegre em 8 de outubro.

Criada por Moses Pendleton, a obra acompanha as quatro estações do ano. Dez bailarinos-acrobatas se alternam entre figuras da flora e da fauna, como flores, árvores, aves e mamíferos. Em uma das cenas, um dinossauro também aparece.

A versão atual ganhou novas projeções, consideradas por Pendleton a principal mudança em relação à montagem original, apresentada nos Estados Unidos em 2009 e no Brasil em 2011. O diretor afirma que as tecnologias de iluminação cênica avançaram desde então. A duração de alguns números e a trilha sonora também passaram por alterações.

Corpos, luz e som

Pendleton começou na dança em 1971, quando fundou a companhia Pilobolus com colegas de faculdade. O Momix surgiu dez anos depois, em 1981, como seu trabalho solo, e já foi visto por mais de 3 milhões de pessoas.

Aos 77 anos, ele afirma se identificar atualmente mais com um artista visual do que com um coreógrafo. As imagens projetadas no cenário, assim como parte dos figurinos e adereços usados em “Botanica”, são em sua maioria de sua autoria. O artista diz que a fotografia passou a ocupar um espaço importante em seu trabalho e que cultiva dezenas de espécies de flores em seu jardim.

A companhia busca provocar no público a sensação de não conseguir explicar imediatamente o que vê. “Gosto de situações em que sentimos que não podemos acreditar nos nossos próprios olhos”, afirma Pendleton. Para ele, esse processo também envolve treinar o cérebro.

A natureza retratada pelo espetáculo é idealizada. Pendleton diz que as mudanças climáticas são uma preocupação recorrente e menciona os incêndios florestais pelo mundo. Ainda assim, explica que o Momix prefere apresentar uma fantasia mais positiva e criativa, em vez de reproduzir a realidade do meio ambiente.

Texto produzido pela Redação Janela do Fato com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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