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Céline Dion emociona fãs em retorno aos palcos em Paris

Cantora voltou a se apresentar após seis anos afastada por causa da síndrome da pessoa rígida, uma doença neurológica rara.

Céline Dion emociona fãs em retorno aos palcos em Paris
Foto: Thomas Samson/Afp

Céline Dion chorou de alegria neste sábado (12) ao voltar aos palcos após seis anos afastada por causa da síndrome da pessoa rígida. A cantora se apresentou para cerca de 30 mil fãs em um show esgotado na Plenitude Arena, na zona oeste de Paris.

“Estas são, claro, lágrimas de alegria. Estou tão feliz em ver vocês”, disse Dion à plateia, enquanto mandava beijos. A artista franco-canadense, de 58 anos, iniciou a apresentação com “On ne change pas”, balada em francês lançada nos anos 90.

A doença autoimune rara e incurável foi revelada pela cantora em dezembro de 2022. A síndrome pode provocar rigidez muscular e espasmos intensos. Dion afirmou que teve cãibras tão fortes que chegaram a fraturar suas costelas. A condição também a levou a cancelar shows e trouxe incertezas sobre sua volta aos palcos.

“Finalmente... É incrível estarmos todos juntos”, afirmou, falando em inglês e francês. Sobre o período de afastamento, ela declarou: “O caminho era mais acidentado do que eu esperava”. Dion também disse que queria cantar para os fãs, para si mesma e pela vida.

Temporada em Paris

A apresentação marcou o início de uma temporada de 26 shows. A programação prevê 16 apresentações esgotadas em setembro e outubro, com outros dez shows em maio do ano que vem. O repertório da estreia foi mantido em segredo.

Fãs de diferentes partes do mundo viajaram para acompanhar o retorno. Entre eles estava Elisabeth Landry, quebequense de 38 anos e moradora de Charlemagne, cidade natal da cantora. “Eu tinha certeza de que nunca mais a veríamos”, disse.

A programação em homenagem à artista incluiu concursos de fantasias, festas de karaokê e cruzeiros pelo rio Sena. Na sexta-feira (11), a pira sobre o Jardim das Tulherias lembrou a participação surpresa de Dion na abertura dos Jogos Olímpicos de Paris, em 2024, quando ela cantou “Hino ao Amor”, de Edith Piaf, no alto da Torre Eiffel.

Ao longo de quatro décadas de carreira, Dion vendeu cerca de 260 milhões de álbuns em inglês e francês. Em 2024, ela havia declarado: “Vou subir ao palco porque estou pronta”.

Texto produzido pela Redação Janela do Fato com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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