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Morre Peter Max, nome da arte psicodélica ligada ao movimento hippie

Artista morreu na segunda-feira, aos 88 anos; causa da morte não foi divulgada, e ele sofria de demência em estágio avançado.

Morre Peter Max, nome da arte psicodélica ligada ao movimento hippie
Foto: Barry Brecheisen/AP

Peter Max morreu na segunda-feira, aos 88 anos. A informação foi divulgada pelo filho, Adam Max, em um comunicado nesta quarta-feira (16). A causa da morte não foi informada. Max sofria de demência em estágio avançado.

O artista ficou conhecido por pinturas pop coloridas e psicodélicas associadas ao movimento “flower power” da década de 1960. Seus desenhos, marcados por espirais, flores, figuras caricaturais e cores vibrantes, apareceram em produtos, selos postais, um Boeing 777 e um navio da Norwegian Cruise Line.

Max também foi escolhido como artista oficial dos Jogos Olímpicos, do Super Bowl, das 500 Milhas de Indianápolis, da Copa do Mundo e da Série Mundial. Seus retratos incluíram presidentes dos Estados Unidos e Taylor Swift. Em 1969, ele apareceu na capa da revista Life.

Nascido Peter Max Finkelstein em 1937, em Berlim, o artista era filho de uma família judia que fugiu da Alemanha nazista para Xangai quando ele ainda era bebê. Depois, viveu no Tibete, em Israel e em Paris antes de se estabelecer em Nova York aos 16 anos.

Carreira e controvérsias

No início da carreira, Max criou capas para as Páginas Amarelas de Manhattan e licenciou seus desenhos para canecas, lençóis, vestidos, sedas, lenços e gravatas. No início da década de 1970, interrompeu por um período as atividades da empresa para voltar a pintar.

Em 1981, a convite da primeira-dama Nancy Reagan, ele produziu na Casa Branca uma série de retratos da Estátua da Liberdade.

Max se declarou culpado de fraude fiscal em 1997, após a Receita Federal acusá-lo de ocultar mais de US$ 1 milhão em renda. Ele pagou os impostos atrasados, uma multa de US$ 30.000 e cumpriu 800 horas de serviço comunitário ensinando arte em escolas do Harlem.

Em 2015, uma disputa familiar envolvendo sua segunda esposa, Mary Max, e Adam Max chegou aos tabloides. Mary Max morreu por suicídio em 2019, duas semanas depois da publicação de uma reportagem sobre as batalhas judiciais relacionadas à obra do artista.

O Museu de Arte Moderna de Nova York possui sete obras de Max. A capa do álbum e do filme “Yellow Submarine”, dos Beatles, é oficialmente creditada a Heinz Edelmann, embora Max tenha afirmado, em 2012, que criou um design inicial.

Além de Adam, Max deixa uma filha, Libra Astro. Seu primeiro casamento, com Elizabeth Nance, terminou em divórcio.

Texto produzido pela Redação Janela do Fato com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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