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Stray Kids leva dança, rap e interação com fãs à primeira noite de K-pop do Rock in Rio

Grupo sul-coreano foi recebido por gritos e coreografias dos STAYs, que lotaram o festival com 100 mil ingressos esgotados.

Stray Kids leva dança, rap e interação com fãs à primeira noite de K-pop do Rock in Rio
Foto: Leo Franco/AgNews

O Stray Kids encerrou a primeira noite de K-pop da história do Rock in Rio diante de uma plateia formada por STAYs, como são chamados os fãs do grupo. Gritos, cantoria e coreografias marcaram a apresentação, enquanto os oito integrantes retribuíram com danças precisas, especialmente em “Domino”.

Em sua segunda passagem pelo Brasil, o grupo voltou após shows em estádios do Rio e de São Paulo no ano passado. A apresentação teve 100 mil ingressos esgotados, segundo os integrantes, que disseram não conseguir ver o fim da multidão.

Estrutura e repertório

A organização liberou os lightsticks, bastões de luz usados pelos fãs de K-pop, e permitiu que o grupo avançasse por uma passarela montada no Palco Mundo. Dali, os integrantes deram comandos em português, como “Faz barulho”, “Pula” e “Caraca”. Os discursos em inglês e coreano tiveram tradução simultânea para o português.

O show combinou música eletrônica de batidas pesadas, rap, vocais e harmonias ligadas ao R&B. O grupo também anunciou a inclusão de samba em “Chk chk boom”, mas a influência apareceu de forma discreta na percussão. Houve trechos cantados ao vivo, incluindo uma parte de “Ai se eu te pego”, hit na voz de Michel Teló, além do uso de vocais de apoio gravados.

As letras do Stray Kids abordam autoafirmação, saúde mental e a busca por um caminho na vida. O grupo foi formado em 2017 pela JYP Entertainment, após um reality show, e alcançou nove álbuns consecutivos estreando em 1º lugar na Billboard 200. As vendas ultrapassaram 30 milhões de álbuns.

Os integrantes Bang Chan, Lee Know, Changbin, Hyunjin, Han, Felix, Seungmin e I.N têm entre 24 e 29 anos. A maioria das músicas é produzida pelo próprio grupo, em um processo liderado por 3RACHA, subgrupo de Bang Chan, Changbin e Han.

O som reúne influências de new metal, pop punk e música eletrônica. “Walkin On Water” recebeu uma versão ao vivo com peso próximo ao new metal, enquanto “LALALALA” se aproxima do pop punk. A presença de baixo, guitarra, bateria e teclado no palco reforçou essa característica.

O grupo adotou o termo “noise music” de forma irônica após críticas de que suas músicas eram barulhentas demais. O conceito usa batidas industriais, sintetizadores e sons de alarmes em momentos específicos, sem relação direta com o noise rock ou o noise eletrônico. Para a plateia, porém, o maior ruído continuou sendo a reação dos fãs.

Texto produzido pela Redação Janela do Fato com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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