Os telejornais brasileiros registraram, com entradas ao vivo e imagens da destruição, os atentados de 11 de setembro em Nova York. A cobertura mostrou a queda das Torres Gêmeas, declarações de autoridades dos Estados Unidos e a movimentação nas ruas próximas aos edifícios atingidos.
Na manhã daquele dia, 19 integrantes da rede terrorista Al Qaeda sequestraram quatro aviões comerciais. Duas aeronaves atingiram as torres do World Trade Center, que desabaram pouco depois. Outra foi lançada contra o Pentágono, enquanto a quarta caiu em um campo na Pensilvânia depois que passageiros tentaram retomar o controle do avião.
O ataque matou quase 3.000 pessoas e, nesta sexta-feira (11), completa 25 anos. Os atentados foram os mais letais já registrados no território dos Estados Unidos.
As aberturas dos telejornais
Fátima Bernardes e William Bonner abriram o telejornal com cenas de pessoas correndo pelas ruas, enquanto os edifícios permaneciam em chamas. A edição começou com a frase: "11 de setembro de 2001, uma terça-feira que vai marcar a história da humanidade: a maior potência do planeta é alvejada pelo terror."
Horas depois, Ana Paula Padrão apresentou o Jornal da Globo e classificou a ação como o atentado terrorista mais violento e ousado da história. Ela também afirmou: "Você vai ver no Jornal da Globo o dia em que o terror mudou a história da humanidade".
No Jornal da Band, foram exibidas imagens do ataque e informações atribuídas às autoridades americanas. A apresentação mencionou um aviso do presidente George W. Bush sobre a identificação e a punição dos responsáveis.
Na Record, Datena entrou ao vivo ao lado de Boris Casoy e Rodolpho Gamberini para noticiar e analisar o atentado em Nova York.








