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Faustão diz que não pretende voltar à televisão após transplantes

Apresentador afirmou que ainda está em recuperação e quer aproveitar a convivência com a família.

Faustão diz que não pretende voltar à televisão após transplantes
Foto: Reprodução/X

Fausto Silva, o Faustão, afirmou que não pretende voltar à televisão. Em entrevista a Pedro Bial exibida na noite desta terça-feira (15), o apresentador disse que seus planos incluem viajar, curtir a vida e conviver com a mulher e os filhos.

Faustão também falou sobre a recuperação após quatro transplantes: um de coração, dois de rim e um de fígado. Ele chamou de milagre ter sobrevivido e afirmou que ainda passa por um processo de recuperação, com musculação, fisioterapia e tai chi chuan.

O transplante de coração ocorreu em 2023, depois de complicações de saúde. O cardiologista Fernando Bacal contou que constatou a necessidade urgente do procedimento após atender Faustão, que havia retornado de uma viagem aos Estados Unidos.

O apresentador ficou internado na UTI do Einstein Hospital Israelita como paciente prioritário. Segundo Bacal, a fila de transplantes considera compatibilidade sanguínea, gravidade e tempo de espera. Faustão dependia de medicação e aparelhos para sobreviver e aguardou cerca de um mês pelo novo coração.

Carreira e legado

A entrevista também revisitou momentos da carreira de Faustão, iniciada no rádio e marcada por passagens pela Band e pela Globo. O programa relembrou a estreia no Domingão do Faustão, em março de 1989, e episódios como o incêndio de uma churrasqueira acionada por controle remoto durante uma transmissão ao vivo.

Faustão disse não sentir falta do trabalho e destacou a possibilidade de conviver com os três filhos, Lara, João Guilherme e Rodrigo. Ele afirmou que seu legado na Globo é ter contribuído para a formação de profissionais que hoje ocupam cargos de direção na emissora.

O apresentador também relatou que precisou desenvolver paciência após o transplante de coração. Atualmente, disse que assiste a programas esportivos e jornalísticos, além de séries e filmes.

Bacal afirmou que a fila de transplantes no Brasil é única e administrada pelo Ministério da Saúde. Segundo o cardiologista, 45% das famílias aceitam doar órgãos, enquanto 50 mil pessoas aguardam um transplante no país. Faustão declarou que um doador pode beneficiar até seis ou sete pessoas.

Texto produzido pela Redação Janela do Fato com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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