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Diniz reencontra o Fluminense pelo Corinthians após duas passagens pelo clube

Treinador terá novo duelo contra o ex-clube neste domingo, depois de dez partidas com seis vitórias do Fluminense e quatro dele.

Diniz reencontra o Fluminense pelo Corinthians após duas passagens pelo clube
Foto: Marcelo Gonçalves/Fluminense

Fernando Diniz volta a enfrentar o Fluminense neste domingo, desta vez no comando do Corinthians. O treinador foi campeão da Libertadores, da Recopa Sul-Americana e do Campeonato Carioca durante suas duas passagens pelo clube carioca.

O duelo será o primeiro encontro de Diniz com o ex-clube desde que assumiu o Corinthians, mas o segundo contra o Fluminense em 2026. Em fevereiro, o Vasco dirigido por ele perdeu para o time comandado por Zubeldía, então treinador tricolor. Diniz foi demitido logo depois daquela partida.

O técnico também venceu o Fluminense na semifinal da Copa do Brasil no ano passado. Após deixar o clube, Diniz disputou dez partidas contra a equipe. O retrospecto tem seis vitórias do Fluminense e quatro triunfos do treinador.

Na primeira passagem pelo time carioca, entre dezembro de 2018 e agosto de 2019, Diniz enfrentou o Fluminense em quatro jogos. Houve vitórias de São Paulo e Fluminense em confrontos pelo Brasileirão de 2019 e de 2020, além de um triunfo do Fluminense sobre o Santos no Brasileirão 2021.

Depois da segunda passagem, entre abril de 2022 e junho de 2024, os jogos envolveram Fluminense, Vasco e Cruzeiro. O período teve vitórias do Fluminense sobre Cruzeiro e Vasco, derrotas para o Vasco e partidas pelas semifinais da Copa do Brasil 2025 e do Carioca.

Marca no Fluminense

Diniz é o treinador mais longevo do século no comando do Fluminense. Nas duas passagens, foram 188 jogos, com 91 vitórias, 41 empates e 56 derrotas.

Após conquistar a Libertadores em 2023, ele foi eleito o melhor técnico da América do Sul pelo jornal uruguaio El País, na votação Rei da América. Diniz ficou à frente de Abel Ferreira, do Palmeiras; Lionel Scaloni, da seleção da Argentina; e Marcelo Bielsa, da seleção do Uruguai à época.

Texto produzido pela Redação Janela do Fato com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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