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Liverpool avalia contratar Rayan por até R$ 892 milhões a partir de 2027

Atacante do Bournemouth tem cláusula de rescisão de 150 milhões de euros, válida a partir de 2027.

Liverpool avalia contratar Rayan por até R$ 892 milhões a partir de 2027
Foto: REUTERS/Chris Radburn

O Liverpool avalia contratar Rayan no futuro por até 150 milhões de euros, cerca de R$ 892 milhões. A cláusula de rescisão do atacante do Bournemouth entra em vigor em 2027 e pode ser acionada pelo clube inglês no próximo verão.

O interesse está ligado à busca por um novo ponta-direita após a saída de Mohamed Salah. Víctor Muñoz e Bradley Barcola foram contratados, mas apresentam melhor rendimento pelo lado esquerdo. Por isso, o Liverpool ainda procura um jogador que atue especificamente pela direita.

Rayan se encaixa no perfil procurado. Canhoto, o brasileiro joga preferencialmente pelo lado direito, função semelhante à exercida por Salah durante sua passagem por Anfield. O atacante também já trabalhou com Andoni Iraola no Bournemouth. Atualmente, o técnico comanda o Liverpool, e o vínculo entre os dois é apontado como um fator que pode favorecer uma eventual negociação.

A possível contratação representaria um novo recorde de transferências para o Liverpool. A cláusula de 150 milhões de euros pode ser exercida em 2027, caso o clube decida avançar pelo atacante do Bournemouth.

Valorização

Rayan foi contratado pelo Bournemouth junto ao Vasco em janeiro de 2026 por 35 milhões de euros, valor equivalente a cerca de R$ 220 milhões na cotação da época. A diferença entre o preço pago pelo clube inglês e o valor previsto na cláusula mostra a rápida valorização do brasileiro.

O atacante tem contrato com o Bournemouth até junho de 2031. Caso a cláusula seja acionada, uma eventual saída poderá movimentar quase R$ 900 milhões. Até o momento, o interesse do Liverpool aparece relacionado ao planejamento futuro do clube e à necessidade de encontrar um ponta-direita após a saída de Salah.

Texto produzido pela Redação Janela do Fato com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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