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Marcão prepara Fluminense para avançar na Libertadores e evita pensar no futuro

Técnico destaca a força do elenco antes da volta contra o Platense e diz preferir viver cada partida até o fim do ano.

Marcão prepara Fluminense para avançar na Libertadores e evita pensar no futuro

O Fluminense pode avançar à semifinal da Libertadores nesta terça-feira, quando enfrenta o Platense, às 19h (de Brasília), pelo jogo de volta das quartas de final. A equipe venceu a primeira partida por 2 a 0 e avança mesmo se perder por um gol de diferença. Uma derrota por dois gols leva a decisão para os pênaltis.

Marcão trata o confronto como um dos principais passos de sua carreira como técnico. O treinador também vê a possibilidade de conquistar um título histórico, que está a quatro jogos de distância. “Eu acredito muito, temos um elenco muito forte e capaz”, afirmou em entrevista.

Relação com o Fluminense

A relação de Marcão com o clube soma sete anos como jogador e duas passagens como auxiliar, em um período de quase 20 anos. Ele conhece o centro de treinamento, a identidade do Fluminense e as exigências da torcida.

A atual passagem começou em 2019, com a eleição de Mário Bittencourt, e continuou durante toda a gestão. Marcão já ajudou a evitar um rebaixamento e participou da correção de rota que levou o time à classificação para a Libertadores em outras duas oportunidades.

Apesar dessas missões, nunca foi efetivado como técnico. O acordo prevê que ele retorne à função de auxiliar e contribua com a integração da comissão seguinte. Marcão afirmou que não pensa em ser promovido e que prefere seguir os planos definidos com a diretoria, Mattheus e Mário.

Ele também disse que está preparado para comandar o time pelo período necessário até o encerramento da temporada. Depois disso, pretende conversar e definir os próximos passos.

Experiência no comando

A calma nas orientações aos jogadores é uma das características do trabalho de Marcão. Ele explicou que a experiência ajuda a identificar quando é necessário cobrar com mais energia e quando é melhor reduzir a tensão e transmitir informações.

O treinador citou Bernardinho e Zé Roberto como exemplos de profissionais com estilos diferentes. Para ele, é preciso encontrar um equilíbrio entre cobrança e tranquilidade, conforme o momento e as características de cada jogador.

Marcão também trabalhou ou teve contato no Fluminense com Fernando Diniz, Abel Braga, Oswaldo de Oliveira, Roger Machado, Odair Hellmann, Renato Gaúcho e Mano Menezes. Segundo ele, cada treinador contribuiu para a formação de sua identidade e de sua maneira de organizar a equipe.

Para a temporada de 2026, o técnico busca combinar a construção de jogo associada a Fernando Diniz com uma equipe mais forte defensivamente e aguerrida.

Texto produzido pela Redação Janela do Fato com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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