A segunda edição do SP Open, em 2026, distribuirá cerca de 283 mil dólares, aproximadamente R$ 1,455 milhão, entre as tenistas. O torneio é realizado no Parque Villa-Lobos e termina no próximo domingo (20).
Na chave de simples, a campeã receberá US$ 37.390, o equivalente a R$ 193 mil. Paula Badosa, número 70 do mundo, é a atleta mais bem ranqueada da competição após a desistência da canadense Leylah Fernandez.
O Brasil terá Naná Silva, Victoria Barros e Laura Pigossi entre os destaques da disputa individual. Beatriz Haddad Maia não participará após anunciar uma pausa na carreira.
Luísa Stefani é a principal brasileira da edição e disputará o torneio de duplas ao lado da canadense Gabriela Dabrowski. Atual número 3 do mundo, Stefani tenta repetir o título conquistado no ano passado, quando jogou com a húngara Timea Babos. A dupla campeã receberá US$ 13.600, cerca de R$ 70,1 mil.
Premiação por fase
Na chave de simples, os valores são de US$ 1.980 (R$ 10,2 mil) na primeira rodada do qualifying; US$ 2.620 (R$ 13,5 mil) na segunda; US$ 3.205 (R$ 16,5 mil) na primeira rodada; US$ 4.600 (R$ 23,7 mil) na segunda; US$ 7.025 (R$ 36,2 mil) nas quartas de final; US$ 12.331 (R$ 63,6 mil) nas semifinais; e US$ 22.125 (R$ 114,1 mil) para a vice-campeã.
Nas duplas, cada parceria recebe US$ 2.020 (R$ 10,4 mil) na primeira rodada, US$ 2.620 (R$ 13,5 mil) nas quartas de final, US$ 4.390 (R$ 22,6 mil) nas semifinais e US$ 7.650 (R$ 39,3 mil) como vice-campeã.








