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Especialistas avaliam tratamento e prognóstico do câncer de pulmão de Leão XIV

A sobrevivência pode chegar a 80% a 90% se o câncer estiver contido, segundo especialistas ouvidos após a cirurgia do papa.

Especialistas avaliam tratamento e prognóstico do câncer de pulmão de Leão XIV

A cirurgia de 13 de outubro confirmou que o Papa Leão XIV tem adenocarcinoma pulmonar e envolveu a remoção do lobo inferior do pulmão direito. Especialistas afirmam que o próximo tratamento dependerá do resultado de um exame patológico, que indicará o estágio da doença e se ela se espalhou.

Jeff McGovern, pneumologista e membro da Associação Médica Católica (CMA), disse que o adenocarcinoma é a forma mais comum de câncer de pulmão entre fumantes e não fumantes. As opções podem incluir quimioterapia, imunoterapia ou radioterapia, além da cirurgia já realizada.

Segundo McGovern, o exame patológico geralmente leva alguns dias, embora possa ficar pronto mais rapidamente no caso do papa. Se o câncer estiver contido, o acompanhamento ideal poderá incluir uma tomografia computadorizada a cada seis meses e, depois de cerca de dois ou três anos, uma vez por ano.

Juanita Mora, porta-voz da Associação Americana do Pulmão, afirmou que a taxa de sobrevivência seria de 80% a 90% caso o câncer não tenha se espalhado. Se houver disseminação, o relatório ajudará a definir a necessidade de quimioterapia, radioterapia ou imunoterapia direcionada aos biomarcadores do tumor.

Mora descreveu Leão XIV como um homem saudável e forte de 71 anos, que pratica tênis e mantém a forma. Ela afirmou que o papa estará mais exposto a algumas infecções respiratórias virais e recomendou vacinas contra Covid-19, gripe e VSR para pessoas elegíveis.

A especialista também disse que os médicos podem avaliar o uso de anticoagulantes em viagens, para reduzir o risco de coágulos e de infecções por vírus respiratórios durante um voo longo.

Câncer de pulmão

Mora informou que uma pessoa é diagnosticada com câncer de pulmão a cada 2,5 minutos. Nos Estados Unidos, 238.000 pessoas morrem por ano em decorrência da doença, que é a principal causa de mortalidade por câncer entre homens e mulheres no país.

Além do tabagismo, ela citou o gás radônio, a poluição por ozônio e a contaminação por partículas como possíveis causas do câncer de pulmão. McGovern e Mora discutiram o quadro do papa no programa EWTN News Nightly em 14 de outubro.

Texto produzido pela Redação Janela do Fato com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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