WASHINGTON, D.C. — Louis Geri foi condenado a 70 meses de prisão por ameaças e posse de um coquetel molotov perto da Catedral de São Mateus Apóstolo, antes da Missa Vermelha de 2025. Ele também cumprirá três anos de liberdade supervisionada.
Geri, morador de Nova Jersey, foi preso em Washington em 5 de outubro de 2025. A polícia afirmou que ele tinha como alvo católicos e ministros da Suprema Corte em um plano de ataque a bomba. O evento anual homenageia legisladores e autoridades judiciais.
Em março, Geri se declarou culpado de uma violação da Lei Hobbs federal, em uma acusação de extorsão, e de posse de arma de fogo não registrada. De acordo com o governo, ele havia preparado uma lista de exigências que incluía “centenas de milhares de dólares em pagamentos”.
As autoridades também disseram que Geri afirmou estar disposto a usar bombas na Casa Branca e no Capitólio dos EUA. Fotografias divulgadas pelo Gabinete do Procurador dos EUA para o Distrito de Columbia mostraram dispositivos explosivos que pareciam ter sido montados parcialmente com fogos de artifício e papel alumínio.
A sentença foi anunciada em 28 de setembro. Os promotores haviam pedido originalmente 87 meses de prisão. A procuradora dos EUA Jeanine Pirro classificou a ameaça como “um ataque à nossa comunidade e ao direito fundamental de adorar livremente”.
Segundo Pirro, Geri colocou policiais e paroquianos em perigo e impediu a presença de ministros da Suprema Corte no evento religioso. Ela afirmou que a pena de 70 meses reflete a gravidade da conduta e o compromisso de proteger comunidades de ameaças e violência extremistas.








