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TSE diz que medidas consulares de países não alteram eleições

Kassio Nunes Marques afirmou que não há ameaças estrangeiras ou de organizações criminosas identificadas no processo eleitoral.

O fechamento de embaixadas e a suspensão de atividades consulares por alguns países durante o período eleitoral não comprometeram a normalidade das eleições, afirmou o presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Kassio Nunes Marques.

Segundo o ministro, medidas desse tipo são comuns em situações de divergência política. Ele também declarou que nenhuma intercorrência registrada até o momento afetou o andamento do processo eleitoral.

O monitoramento feito pela Polícia Federal e pela Agência Brasileira de Inteligência (ABIN) não encontrou indicativos concretos de ameaças estrangeiras nem de ações de organizações criminosas, de acordo com Nunes Marques. O presidente do TSE descartou, assim, riscos de interferência externa ou de violência ligada ao crime organizado.

Nunes Marques defendeu a segurança das urnas eletrônicas e afirmou que o processo eleitoral funciona dentro da normalidade e “com a maior transparência possível”. O ministro também disse que “muitos fatores podem ser questionados, mas não o sistema eleitoral”.

O TSE trabalhou em conjunto com plataformas digitais para adequá-las à legislação brasileira. Para o presidente da Corte, essa iniciativa afastou possíveis problemas relacionados à influência estrangeira nas eleições.

Texto produzido pela Redação Janela do Fato com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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