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Política

Monitoramento do TSE não aponta ação estrangeira contra eleições

Nunes Marques afirmou que equipes do tribunal, PF e Abin não encontraram sinais de interferência externa no processo eleitoral.

Monitoramento do TSE não aponta ação estrangeira contra eleições

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) não identificou sinais de interferência estrangeira nas eleições deste ano, afirmou o presidente da Corte, Nunes Marques, neste domingo (4). Relatórios das equipes de inteligência do tribunal não apontaram risco ao processo eleitoral, segundo o ministro.

Nunes Marques declarou que as salas e os grupos encarregados do acompanhamento da eleição também não encontraram ações externas capazes de comprometer o pleito. “Até agora, não temos nenhum indicativo de nenhuma das nossas salas e equipes dentro do Tribunal de nenhum tipo de interferência estrangeira”, disse.

Atuação com plataformas digitais

O presidente do TSE afirmou que o tribunal trabalhou com plataformas digitais para adaptar os serviços às regras eleitorais brasileiras. Ele disse que foi estabelecido um plano de conformidade com a participação das empresas e citou a atuação conjunta como um fator para reduzir problemas previstos durante a eleição.

Além do TSE, outros órgãos e instituições da República participaram da organização do processo. Nunes Marques mencionou a Polícia Federal e a Agência Brasileira de Inteligência (Abin) entre as estruturas responsáveis pelo monitoramento.

Na sexta-feira (2), os Estados Unidos fecharam temporariamente a embaixada e os consulados no Brasil. A Austrália suspendeu atendimentos presenciais em Brasília, enquanto Reino Unido, Irlanda e Alemanha divulgaram alertas de segurança para seus cidadãos.

A Polícia Federal informou que não encontrou evidências de risco contra representações diplomáticas no país. Na mesma sexta-feira (2), agentes cumpriram dois mandados de busca e apreensão em uma investigação sobre um suposto plano contra a Embaixada dos Estados Unidos no Brasil.

O diretor-geral da PF, Andrei Passos Rodrigues, afirmou que a corporação recebeu uma comunicação da embaixada americana e iniciou a apuração para verificar os dados enviados. Segundo ele, a investigação não confirmou uma ameaça efetiva contra a representação dos Estados Unidos nem contra outras representações diplomáticas.

Texto produzido pela Redação Janela do Fato com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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