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Zelensky diz que Ucrânia retomará ataques a refinarias russas

Presidente ucraniano afirmou que se sente traído por Trump e que o bloqueio aos ataques terminou.

Zelensky diz que Ucrânia retomará ataques a refinarias russas

O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, afirmou nesta quarta-feira (14) que o país retomará os ataques contra refinarias de petróleo da Rússia. Ele também disse que se sente traído pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.

“O bloqueio [aos ataques às refinarias] acabou. Terminamos com ele”, declarou Zelensky. Trump havia acusado a Ucrânia de elevar os preços do diesel ao atacar instalações russas durante a guerra.

No fim de semana, Trump anunciou um cessar-fogo para os ataques contra infraestruturas de energia dos dois lados. Zelensky afirmou que a Ucrânia respeitou a trégua, enquanto a Rússia continuou atacando essas unidades nos últimos dias.

O presidente ucraniano disse ainda que oficiais militares do país foram informados pelos Estados Unidos de que o compartilhamento de informações de inteligência com Kiev seria bloqueado caso os ataques contra infraestruturas de energia não parassem.

Em entrevista a Piers Morgan no YouTube, Zelensky respondeu “Sim” ao ser questionado se havia sido traído pelo governo Trump. Ele afirmou que era uma pena perder um parceiro forte, em referência ao anúncio feito pelo presidente americano na sexta-feira (9) sobre um acordo para comprar diesel russo.

Trump já havia dito que a Ucrânia precisa de outro presidente após criticar o acordo. As eleições presidenciais ucranianas previstas para 2024 foram canceladas por causa da Lei Marcial, que impede pleitos nacionais durante guerras. Zelensky afirmou que o país realizará eleições se houver uma trégua de 60 dias.

Outro conflito envolve o Starshield, serviço de nível militar ligado à rede Starlink. Kiev acusou Elon Musk, aliado de Trump, de restringir o serviço no país. Musk respondeu que o Starshield é controlado pelo governo americano e que limites de uso ou velocidade são definidos pelos militares dos Estados Unidos e, em última instância, por Trump.

Texto produzido pela Redação Janela do Fato com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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