SÃO PAULO — A organização do ato favorável ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva informou que se solidarizou com o jornalista João Revedilho e o cinegrafista Fabiano Araújo após os dois serem hostilizados durante o evento, realizado em São Paulo em 13.out.2026. A organização também declarou que não compactua com atos contra a imprensa.
Os profissionais trabalhavam para a Jovem Pan quando manifestantes lançaram comida e bebida na direção deles e fizeram ofensas verbais. Em uma transmissão ao vivo, Revedilho disse que estava sem condições de falar. O jornalista relatou que havia recebido pipoca e outros objetos.
Após o episódio, Fernando Haddad, o deputado federal Kiko Celeguim (PT-SP) e Marco Aurélio Carvalho, coordenador do Prerrogativas e da campanha de Lula, entraram em contato com Revedilho. Eles prestaram solidariedade e pediram desculpas pelo ocorrido.
A deputada federal eleita Luna Zarattini (PT-SP) foi ao local, conversou com manifestantes e ajudou a levar o jornalista e o cinegrafista para uma área mais segura.
Em nota, a Jovem Pan afirmou que repudia a violência contra os profissionais e que o trabalho do repórter foi interrompido, com necessidade de apoio de seguranças. A empresa também informou que os dois estavam bem.
A emissora declarou ainda que impedir o trabalho da imprensa representa violência contra a sociedade e, em período eleitoral, atinge valores que sustentam a democracia. No comunicado, agradeceu o apoio e o respaldo oferecidos pelos organizadores do evento e lamentou a conduta de parte dos eleitores presentes.








