SÃO BERNARDO DO CAMPO — O presidente Luiz Inácio Lula da Silva chegou ao local de votação às 9h05, acompanhado da primeira-dama Janja da Silva e de integrantes da chapa do PT em São Paulo. Após votar, afirmou estar confiante na própria vitória e no desempenho da chapa petista no estado.
Lula busca um 4º mandato. Aos jornalistas, declarou que “está em jogo a definição de projeto de Brasil” e disse que a eleição também representa uma escolha sobre os rumos do país.
O presidente defendeu mudanças no Judiciário e afirmou querer estabelecer um período para os mandatos. “Quero fazer a próxima reforma. Quero definir o tempo de mandato”, disse. Ele também declarou que o Supremo Tribunal Federal precisa de mais mulheres.
A fala ocorreu após Lula voltar a abordar a troca de mensagens entre o ministro Alexandre de Moraes e Daniel Vorcaro, fundador do Banco Master. O presidente ainda criticou a relação entre política e milícias e afirmou que o país não avançará com milicianos. Também voltou a mencionar o caso do Banco Master.
Lula defendeu, ainda, uma reforma política e criticou o que chamou de promiscuidade nesse campo. O presidente pediu que idosos, que não são obrigados a votar, compareçam às urnas e considerem o futuro do Brasil, dos filhos e dos netos.
Disputa eleitoral
O petista mencionou pesquisas divulgadas no sábado (3.out). O levantamento do Poder Data/Aya aponta empate técnico entre Lula e Flávio Bolsonaro (PL-RJ) em um possível 2º turno. Sem citar o nome do adversário, Lula afirmou que a pesquisa decisiva seria a apuração das urnas.
A votação no Brasil termina às 17h, no horário de Brasília. O presidente afirmou estar confiante também na vitória da chapa do PT em São Paulo e elogiou Marina Silva e Simone Tebet, candidatas ao Senado.
Além de Janja, Geraldo Alckmin, Luiz Marinho, Fernando Haddad, Márcio França, Marina Silva, Simone Tebet, Edinho Silva, Alexandre Padilha, Aloizio Mercadante e Marco Aurélio de Carvalho acompanharam Lula. Entre eles estavam o vice-presidente, ministros, candidatos, o presidente do BNDES e um coordenador da campanha petista.








