WASHINGTON — Estados Unidos e China criaram um canal de comunicação para tratar de incidentes ligados à inteligência artificial, mas Donald Trump descartou integrar os esforços dos dois países no desenvolvimento da tecnologia. O anúncio ocorreu após a visita de Estado de Xi Jinping a Washington, entre 4ª feira (23.set) e 6ª feira (25.set).
Segundo comunicado da Casa Branca, os líderes concordaram em adotar o termo “superinteligência” e estabeleceram um diálogo sobre riscos e benefícios da inteligência artificial. A próxima rodada está prevista para ocorrer até novembro.
Trump afirmou que a tecnologia não ocupou grande parte das conversas com Xi. A jornalistas na Casa Branca, neste sábado (26.set.2026), o presidente dos Estados Unidos também rejeitou pedidos para reduzir o ritmo de desenvolvimento da inteligência artificial.
“Eu preferiria não integrar, porque estamos liderando por uma grande margem”, declarou Trump. O presidente disse ainda que os Estados Unidos estão à frente da China na disputa tecnológica e que não pretendem abrir seu desenvolvimento ao outro país.
Na 3ª feira (22.set), durante discurso na Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas, Trump havia defendido o avanço da inteligência artificial sem restrições internacionais. Na ocasião, afirmou: “Os Estados Unidos rejeitam totalmente qualquer tentativa de construir um esquema globalista de controle para a inteligência artificial”.








