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Política

Trump cita a Índia ao comentar eleição brasileira e depois corrige publicação

Presidente americano escreveu que a eleição indiana ocorreu no domingo, mas editou a mensagem horas depois e trocou o país pelo Brasil.

Trump cita a Índia ao comentar eleição brasileira e depois corrige publicação

Donald Trump confundiu o Brasil com a Índia ao comentar, na madrugada de segunda-feira (5), o resultado do primeiro turno da eleição presidencial brasileira. No domingo (4), Flávio Bolsonaro (PL) e Luiz Inácio Lula da Silva (PT) avançaram para o segundo turno, marcado para o dia 25.

Em uma publicação na rede Truth Social, Trump afirmou inicialmente que 125 milhões de pessoas haviam votado no primeiro turno da eleição presidencial da Índia e elogiou a rapidez na divulgação dos resultados. Na mesma mensagem, voltou a alegar que as eleições nos Estados Unidos são fraudadas e classificou a votação americana como corrupta.

Não houve eleição nacional na Índia no domingo. O sistema eleitoral indiano também é diferente do brasileiro: o presidente do país é escolhido indiretamente por um colégio eleitoral formado por integrantes do Parlamento e das assembleias legislativas dos estados e territórios.

A última eleição presidencial indiana ocorreu em 2022, quando Droupadi Murmu venceu a disputa. Já as eleições gerais mais recentes foram realizadas em 2024, sob um sistema parlamentarista, com a reeleição do primeiro-ministro Narendra Modi. Mais de 600 milhões de eleitores participaram daquela votação.

Poucas horas depois de publicar a mensagem, Trump editou o texto e substituiu o nome da Índia pelo Brasil. Nos últimos dias, o presidente americano afirmou que acompanha a eleição brasileira “bem de perto”, mas não declarou apoio a nenhum candidato.

A oposição democrata e o PT sustentam que medidas adotadas pelo governo Trump em relação ao Brasil podem representar uma tentativa de interferência na eleição. Entre elas, estão as tarifas impostas em julho e a classificação do Primeiro Comando da Capital (PCC) e do Comando Vermelho como organizações terroristas, em junho. A porta-voz do Departamento de Estado americano, Amanda Roberson, negou essa interpretação.

Texto produzido pela Redação Janela do Fato com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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