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Saúde

Série acompanha pacientes com lesões complexas e dilemas da dermatologia

Carol Brandão relata casos reais tratados em produção da HBO Max e defende escuta médica antes de procedimentos estéticos.

Série acompanha pacientes com lesões complexas e dilemas da dermatologia
Foto: HBO Max/Divulgação

A série A Rainha do Bisturi acompanha pacientes com lesões de pele complexas, incluindo um jovem com tumor benigno que sofria com os olhares na escola e uma mulher de 43 anos com câncer na ponta do nariz. A produção estreou na quinta-feira, 10, na HBO Max.

Os casos são reais e foram reunidos após Carol Brandão divulgar a gravação em uma rede de contatos formada durante sua atuação como professora de dermatologia. A divulgação ocorreu no dia 5 de agosto de 2025. A médica também tem mais de 30 mil seguidores nas redes sociais, onde foi descoberta pela produção.

Tratamento além da aparência

Brandão afirma que as condições apresentadas afetam a saúde, a rotina e o bem-estar emocional dos pacientes. No caso do jovem, a retirada do tumor permitiu que ele voltasse a frequentar a escola. A preparação para o procedimento incluiu lidar com o medo da agulha e da anestesia, além do risco de sangramento.

A dermatologista diz que a experiência também mostrou a importância de ouvir o paciente. Ela cita estudos segundo os quais médicos interrompem a fala depois de 11 segundos. Para Brandão, esse tempo é insuficiente para compreender os problemas levados ao consultório.

A médica diferencia o tratamento de doenças da busca por procedimentos estéticos, mas afirma que intervenções voltadas à aparência podem melhorar a vida do paciente. Ela menciona a redução das mamas de uma mulher que deixa de usar determinadas roupas por causa do volume.

Procedimentos em pessoas jovens

Brandão critica a procura por toxina botulínica preventiva e lifting facial entre pessoas cada vez mais jovens. Ela classifica como “distopia” a ideia de alguém com 25 anos buscar tratamento para rugas e diz que profissionais precisam avaliar as questões emocionais envolvidas e, quando necessário, estabelecer limites.

“É impossível você ouvir uma pessoa que tem algum problema em 11 segundos”, afirma. Para ela, a escuta ajuda médico e paciente a decidir a melhor opção de tratamento.

A parceria com a HBO Max também terá uma extensão no YouTube, com vídeos curtos sobre mitos e dúvidas da dermatologia. Os episódios devem ser publicados aos sábados.

Texto produzido pela Redação Janela do Fato com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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