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Tecnologia

Como quatro shows transformaram o telão do Rock in Rio em parte do espetáculo

Gilberto Gil, Bring Me The Horizon, Pedro Sampaio e Hwasa combinaram imagens, câmeras e recursos visuais com suas apresentações.

Como quatro shows transformaram o telão do Rock in Rio em parte do espetáculo
Foto: Josué Luz/TV Globo

O telão de LED do Palco Mundo foi incorporado à linguagem de quatro apresentações do Rock in Rio: Gilberto Gil, Bring Me The Horizon, Pedro Sampaio e Hwasa usaram a estrutura para criar imagens ligadas ao conteúdo de seus shows.

A dimensão da tela aproxima o festival da estética visual de eventos como o Coachella e de turnês de Beyoncé e Taylor Swift. Para os artistas, porém, o desafio não está em pagar pelo uso do painel. O Rock in Rio fornece e custeia a estrutura de LED, som e iluminação do palco.

O trabalho das equipes envolve criar conteúdos visuais e direções de câmera específicos. Roberta Medina, vice-presidente executiva do Rock in Rio, explica que o uso do equipamento exige uma decisão de investir tempo na produção. O festival envia antes um rider técnico com os equipamentos disponíveis, e cada artista decide como aproveitá-los.

Gilberto Gil e Bring Me The Horizon

No show de Gilberto Gil, as projeções do estúdio Radiográfico partiram do corpo do artista. Closes, gestos e movimentos captados ao vivo foram combinados com imagens previamente produzidas, criando diferentes versões de Gil no telão.

Segundo Pedro Garavaglia, sócio-diretor do estúdio, a proposta era mostrar “um Gil olhando para frente, para o futuro”. A equipe registrou expressões e movimentos do cantor, transformados depois em imagens e metáforas para as canções.

O Bring Me The Horizon adotou uma estética de videogame. Antes do show, os telões convidavam o público a apertar start e alertavam para a violência e o gore. Durante a apresentação, caveiras, tumbas e destroços formaram o cenário, enquanto os músicos apareciam como personagens de um jogo.

Pedro Sampaio e Hwasa

Pedro Sampaio explorou a escala da tela com imagens produzidas especialmente para o show. Na abertura, um salto filmado de baixo criava a impressão de que o artista passava sobre o público. A apresentação também combinou letterings, texturas e imagens ao vivo.

Dançarinos usaram iPhones para se filmar no palco, com transmissão em tempo real para o iMAG. O recurso criou uma perspectiva em primeira pessoa. A operação das imagens ficou com a VJ Kiara.

Hwasa usou zooms para destacar sua presença, além de exibir nomes de músicas e trechos das letras em português. As imagens ajudaram o público a acompanhar a apresentação e funcionaram para uma artista que estreava no Rock in Rio diante de uma plateia que conhecia pouco de seu repertório.

Texto produzido pela Redação Janela do Fato com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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