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Buscas continuam após explosões em unidade militar de Viacha, na Bolívia

Onze pessoas seguem desaparecidas, e três dos seis corpos encontrados ainda não foram identificados pelas autoridades bolivianas.

Buscas continuam após explosões em unidade militar de Viacha, na Bolívia

As equipes de resgate continuam procurando 11 pessoas desaparecidas entre os escombros de uma instalação militar atingida por duas explosões na sexta-feira. O Ministério da Defesa da Bolívia informou neste domingo (6) que o número de mortos chegou a seis após a localização de três novos corpos.

As explosões ocorreram na tarde de sexta-feira, em Viacha, cidade com mais de 100.000 habitantes situada 30 quilômetros a sudoeste de La Paz. No local, eram guardados materiais pirotécnicos apreendidos, granadas e explosivos à base de TNT.

Três das vítimas foram identificadas como soldados. Os outros três corpos encontrados nas últimas horas ainda passam por identificação. O Ministério da Defesa informou que as buscas seguem enquanto áreas afetadas, materiais e estruturas comprometidas são examinados por especialistas.

Familiares dos soldados permaneciam nos arredores do quartel em busca de informações. As explosões também atingiram dezenas de casas próximas: janelas foram quebradas, telhados arrancados, pedras se espalharam e árvores caíram. Portas de alguns estabelecimentos comerciais ficaram retorcidas.

As causas ainda são investigadas. A Procuradoria abriu uma investigação por homicídio culposo e outros crimes.

O ministro da Defesa, Ernesto Justiniano, afirmou que ainda existem locais afetados e estruturas comprometidas no complexo militar. O ex-presidente Evo Morales, opositor do presidente Rodrigo Paz, classificou o episódio como crime de guerra e defendeu uma denúncia ao Tribunal Penal Internacional.

Morales também disse que o caso deixou de luto famílias de soldados de origem humilde que cumpriam o dever de servir à Bolívia.

Texto produzido pela Redação Janela do Fato com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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