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Pavilhão da Ceagesp segue interditado enquanto comerciantes discutem saída temporária

Área atingida pelo incêndio permanece isolada, e a Ceagesp ainda não definiu o espaço para manter as operações de frutas.

Pavilhão da Ceagesp segue interditado enquanto comerciantes discutem saída temporária

O pavilhão MFE-A da Ceagesp continua interditado e com acesso restrito após o incêndio que atingiu sua estrutura na noite de sábado (5). A área próxima permanece isolada para o rescaldo e a perícia, enquanto o restante do Entreposto Terminal São Paulo (ETSP), na zona oeste da capital, segue aberto.

A Companhia de Entrepostos e Armazéns Gerais de São Paulo (Ceagesp) informou que discute com uma comissão de comerciantes medidas emergenciais para manter as atividades no local. A empresa ainda não informou qual espaço poderá ser usado nem quando uma solução será colocada em prática.

O fogo foi controlado pelo Corpo de Bombeiros por volta das 2h30 da madrugada deste domingo. Funcionários da Ceagesp iniciaram o combate às chamas, e a companhia afirmou que a atuação dos bombeiros evitou danos maiores. Não houve vítimas.

O pavilhão era usado principalmente para a comercialização de frutas, especialmente melancias. Mais de 100 permissionários trabalhavam no espaço, que tinha 320 boxes. A Ceagesp informou que fará um levantamento detalhado dos danos depois da liberação da área, em um trabalho previsto para se estender ao longo desta semana.

A Defesa Civil determinou a interdição preventiva, e a avaliação da estrutura ainda precisa ser concluída. A perícia deverá apontar as causas do incêndio. Por enquanto, não foram definidos o valor dos prejuízos nem o prazo para recuperar as instalações.

A Ceagesp afirmou manter “diálogo permanente” com os comerciantes e prometeu “todo o apoio necessário” para o restabelecimento das operações. O entreposto também permaneceu aberto neste domingo, 6, inclusive para o Varejão, feira realizada semanalmente no local.

A companhia não informou se será necessário transferir mercadorias para outras áreas ou estruturas provisórias. Também não indicou eventual impacto no abastecimento ou nos preços de frutas e outros alimentos in natura.

Texto produzido pela Redação Janela do Fato com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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