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Inea investiga mancha escura na areia de Copacabana

Órgão ambiental avalia se a marca é mineral exposto após chuvas e vento ou poluição levada por galerias pluviais.

Inea investiga mancha escura na areia de Copacabana
Foto: Márcia Foletto/Agência O Globo

A concessionária Águas do Rio afirmou que a mancha escura encontrada na praia de Copacabana não tem relação com o esgotamento sanitário. “A ocorrência não tem relação com o sistema de esgotamento sanitário, que está em pleno funcionamento”, disse a empresa.

O fenômeno foi registrado na quinta-feira (10), em um trecho entre os postos 4 e 5, nas proximidades do Museu da Imagem e do Som. Técnicos do Instituto Estadual do Ambiente (Inea) vistoriaram a área.

O órgão ambiental atribui a formação às chuvas e ao vento que atingiram o Rio de Janeiro ao longo desta semana. Uma das hipóteses é que o material seja um mineral exposto pelas condições climáticas. “Possivelmente pode ser um tipo de mineral que, após período de chuvas intensas e muito vento, acaba ficando exposto”, informou o Inea.

O instituto também considera a possibilidade de poluição transportada pelas galerias de águas pluviais, que extravasam para o mar. A faixa de areia tem camadas sedimentares com materiais de diferentes granulometrias e densidades.

A Fundação Rio Águas, órgão da prefeitura responsável pelas galerias pluviais, não respondeu ao contato.

Texto produzido pela Redação Janela do Fato com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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