O Brasil criou 165.827 empregos formais em agosto de 2026, conforme dados do Caged divulgados pelo Ministério do Trabalho e Emprego. O saldo resultou de 2.294.563 admissões e 2.128.736 desligamentos.
As projeções de agentes financeiros apontavam saldo de 100 mil vagas para o mês. O resultado ficou 7,2% acima do registrado em agosto de 2025, quando foram criados 154.683 empregos.
O ministro do Trabalho e Emprego interino, Chico Macena, disse que o resultado não era o esperado pelo ministério. Ele atribuiu o desempenho a questões como o tarifaço dos Estados Unidos.
Serviços lideraram a abertura de vagas, com saldo de 110.346 postos. Também tiveram resultados positivos a construção, com 20.848; a indústria, com 16.613; o comércio, com 16.565; e a agropecuária, com 1.452.
Do total criado no mês, 73,5% dos postos foram classificados como típicos e 26,5% como não típicos.
O salário médio real de admissão ficou em R$ 2.410,74, uma redução de 0,03% em relação a julho, quando era de R$ 2.411,48.
Estoque de empregos
O estoque de empregos formais chegou a 48,2 milhões em agosto. Em julho, eram 48,1 milhões; em agosto de 2025, 47,4 milhões. No acumulado de 2026, foram criados 1.134.033 postos.
Entre setembro de 2025 e agosto de 2026, o emprego cresceu 1,87%, com aumento de 887.708 vagas.








