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Economia

Meta apresenta Muse Wonder e prevê mais investimentos em IA

Mark Zuckerberg anunciou o novo modelo da Meta, que será integrado ao assistente Muse e terá versões avançadas para empresas.

Meta apresenta Muse Wonder e prevê mais investimentos em IA

Mark Zuckerberg, presidente-executivo da Meta, anunciou o modelo de inteligência artificial Muse Wonder e afirmou que a empresa continuará aumentando os investimentos no setor. A tecnologia será incorporada ao assistente Muse, enquanto versões mais avançadas deverão ser comercializadas para empresas.

O novo sistema foi desenvolvido para ampliar as tarefas executadas pelo assistente. Entre as aplicações citadas estão a organização de compras, a reserva de viagens e a análise de contratos, documentos financeiros e informações de saúde. A Meta também afirma que o modelo pode reter dados relevantes de conversas anteriores para considerar esse histórico em respostas futuras.

A empresa diz que o Muse Wonder supera concorrentes em algumas avaliações técnicas, embora o desempenho varie conforme a tarefa. O lançamento intensifica a disputa com a OpenAI, criadora do ChatGPT, e com a Anthropic, responsável pela família Claude.

Investimentos e concorrência

A Meta reforçou a estrutura dedicada à inteligência artificial após o Llama 4, lançado em 2025, apresentar desempenho inferior ao esperado. Zuckerberg reorganizou equipes, contratou especialistas e ampliou os recursos computacionais destinados ao desenvolvimento dos modelos.

Em abril, a companhia anunciou o corte de 8.000 postos de trabalho e o encerramento de outras 6.000 vagas, mantendo os investimentos em inteligência artificial. Em setembro, as ações da Meta subiram cerca de 20% em duas semanas, movimento associado à expectativa de crescimento no uso de agentes autônomos de inteligência artificial.

Segurança dos sistemas

Zuckerberg defendeu a continuidade do desenvolvimento de sistemas avançados e rejeitou a ideia de desacelerar toda a indústria. Para ele, os laboratórios têm responsabilidade e incentivos para criar modelos com mecanismos de segurança.

Em setembro, o executivo também criticou pedidos para interromper o avanço da tecnologia e afirmou que as empresas devem garantir sistemas seguros e alinhados às necessidades dos usuários. Ele ainda defendeu a chamada “superinteligência pessoal”, formada por ferramentas voltadas ao apoio em tarefas do cotidiano. A proposta está entre as prioridades da Meta na disputa pelo mercado de assistentes digitais.

Texto produzido pela Redação Janela do Fato com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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