Mark Zuckerberg defendeu auditorias externas para ferramentas de inteligência artificial e a criação de um grupo mais amplo e diversificado de avaliadores no setor. A divisão Meta Superintelligence Labs, da Meta, já contrata especialistas de fora, afirmou o executivo.
Na terça-feira (15), Zuckerberg disse que não vê necessidade de pausar ou desacelerar o avanço da IA. Na avaliação dele, os incentivos do mercado e o risco de processos na Justiça são proteções suficientes contra os riscos da tecnologia.
O CEO da Meta relacionou essa posição ao chamado alinhamento, conjunto de esforços para fazer com que os sistemas atuem conforme a vontade dos usuários. “Qualquer laboratório que não focar no alinhamento ficará para trás”, escreveu no X.
Para Zuckerberg, usuários não terão interesse em agentes que não sigam suas orientações. Por isso, os laboratórios teriam incentivo para ajustar os modelos às expectativas das pessoas.
O empresário também afirmou que a possibilidade de ações judiciais já leva os laboratórios a agir de maneira responsável. No início de agosto, defendeu que nenhuma norma atrasasse o lançamento dos modelos americanos, “nem sequer um mês”.








