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Economia

Reservas internacionais chegam a US$ 372,6 bilhões em agosto

Banco Central informou alta de US$ 2,9 bilhões nas reservas, enquanto investimentos em carteira tiveram saída líquida de US$ 5,2 bilhões.

Reservas internacionais chegam a US$ 372,6 bilhões em agosto

As reservas internacionais do Brasil alcançaram US$ 372,6 bilhões em agosto de 2026, alta de US$ 2,9 bilhões em relação ao mês anterior. O Banco Central atribuiu o aumento principalmente às variações por paridades, que contribuíram com US$ 2,7 bilhões, e às receitas de juros, de US$ 0,9 bilhão. As vendas no mercado à vista reduziram o estoque em US$ 1 bilhão.

No fluxo de capitais, os investimentos em carteira no país tiveram saída líquida de US$ 5,2 bilhões no mês. As ações e os fundos de investimento negociados no mercado doméstico registraram saída líquida de US$ 6,5 bilhões. Já os títulos negociados no mercado doméstico receberam US$ 1,3 bilhão em ingressos líquidos. No acumulado de 12 meses encerrado em agosto de 2026, os investimentos em carteira no mercado doméstico somaram ingressos líquidos de US$ 11,7 bilhões.

Os investimentos diretos no país registraram ingressos líquidos de US$ 7,4 bilhões em agosto de 2026, abaixo dos US$ 7,7 bilhões contabilizados no mesmo mês do ano anterior. A participação no capital teve ingresso líquido de US$ 9,3 bilhões, composto por US$ 3,6 bilhões em participação exceto lucros reinvestidos e US$ 5,7 bilhões em lucros reinvestidos no país. As operações intercompanhia tiveram saídas líquidas de US$ 1,9 bilhão.

O investimento direto acumulado em 12 meses chegou a US$ 86,6 bilhões, equivalente a 3,39% do PIB, em agosto. Em julho, o valor era de US$ 86,8 bilhões, ou 3,44% do PIB. Em agosto de 2025, somava US$ 79,3 bilhões, correspondentes a 3,64% do PIB.

As contas externas registraram déficit de US$ 5,1 bilhões em agosto de 2026, ante saldo negativo de US$ 3,8 bilhões em agosto de 2025. A conta de serviços teve déficit de US$ 5,3 bilhões, enquanto a renda primária ficou negativa em US$ 7,0 bilhões. A balança comercial, por outro lado, apresentou superávit de US$ 6,6 bilhões, com exportações de bens de US$ 33,3 bilhões e importações de US$ 26,7 bilhões.

Texto produzido pela Redação Janela do Fato com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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