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Control Resonant leva a franquia da Remedy para uma Nova York distorcida

Sequência troca o foco em tiros por combate corpo a corpo, exploração em múltiplos planos e uma cidade moldada por inversões da realidade.

Control Resonant leva a franquia da Remedy para uma Nova York distorcida
Foto: Divulgação Remedy

A Remedy amplia o universo de Control em uma sequência que troca o cenário fechado do primeiro jogo por uma Manhattan fragmentada e tomada por versões distorcidas de ruas e prédios. Em Control Resonant, a exploração pode acontecer no chão, nas paredes e no teto, enquanto o jogador enfrenta inimigos em diferentes planos.

O protagonista agora é Dylan Faden, irmão de Jesse Faden, personagem central do jogo de 2019 que está desaparecida. Os dois têm ligação com o Departamento Federal de Controle e enfrentam, cada um à sua maneira, a disputa entre as entidades paranormais Ruído e Hedron. O conflito ameaça destruir o mundo.

Hedron é responsável pela criação dos chamados ressonantes, monstros poderosos que evoluem conforme o jogador avança e podem causar danos de fogo, corte e efeitos tóxicos. As ameaças variam de acordo com as sete áreas do mapa. A progressão depende da exploração, das missões principais e da derrota de chefes, que liberam habilidades.

Combate e exploração

A principal mudança está no sistema de luta. Em vez de seguir o formato de tiro em terceira pessoa do antecessor, Resonant aposta em confrontos corpo a corpo no estilo hack and slash. A arma central é a aberrante, capaz de assumir formas de martelo, foice, lâminas e chicote.

Cada configuração atende a situações diferentes, como grupos de adversários ou inimigos protegidos por escudos. A escolha também interfere na dificuldade de determinadas áreas. Os combates são descritos como fluidos e podem ocorrer em ambientes verticais ou horizontais, com o personagem desafiando a gravidade.

A mudança de escala acompanha a proposta visual. A sede do Departamento Federal de Controle dá lugar a uma Nova York corrompida, com cenários que remetem aos sonhos de A Origem, de Christopher Nolan. Parque e subpassagem combinam ambientes tridimensionais, narrativa e elementos estéticos marcantes.

Em mais de 40 horas de jogo, a combinação entre ação frenética e narrativa, que faz alusões a Akira, mostra evolução em relação ao título anterior. A experiência também retoma o universo subterrâneo de Control e oferece uma retrospectiva para apresentar a história dos irmãos Faden.

Limites e produção

A rejogabilidade é limitada pela concentração de recompensas nas missões principais e nos chefes. A parte secundária tem menos atrativos, e a ausência de níveis de dificuldade pode levar à repetição de combates quando os inimigos ficam mais fortes.

A produção também reflete uma tentativa da Remedy de evitar os problemas financeiros associados a Alan Wake 2. Publicado pela Epic Games e financiado em troca de exclusividade para PC, o jogo recuperou um investimento de € 70 milhões após mais de um ano e 2 milhões de cópias vendidas no fim de 2024, segundo a Remedy.

Control Resonant teve custo inicial de € 50 milhões, com metade da produção cofinanciada pela Annapurna Pictures. A empresa terá os direitos de adaptação para cinema e televisão. A sequência busca atrair novos jogadores sem abandonar os elementos surrealistas, de ficção científica e o estranhismo característico da franquia.

Texto produzido pela Redação Janela do Fato com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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