São Paulo, Domingo, 20 de setembro de 2026
Dólar R$ 5,16 · Euro R$ 5,91 · Ibovespa 185.229 +0,00% São Paulo 18°C 18° / 24°
Política

Crise no STF é destacada no exterior após sessão sobre Moraes

Sessão que poderia decidir investigação sobre Alexandre de Moraes terminou sem análise, após pedido de vista de Flávio Dino.

Crise no STF é destacada no exterior após sessão sobre Moraes
Foto: Alejandro Zambrana/STF

Publicações internacionais destacaram a crise no Supremo Tribunal Federal (STF) após a sessão de terça-feira (15/9), que poderia decidir se Alexandre de Moraes seria investigado por possíveis relações com Daniel Vorcaro. A repercussão ocorreu às vésperas das eleições de outubro.

As análises estrangeiras mencionaram a troca de acusações entre Moraes e André Mendonça, com bate-boca durante a sessão. Também destacaram que Moraes foi indicado por Michel Temer (MDB), alinhado à direita, mas é associado ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva por ter conduzido o julgamento que condenou o ex-presidente Jair Bolsonaro.

Uma das publicações afirmou que uma “crise abala o Supremo Tribunal Federal do Brasil”. Outra informou que a decisão sobre o caso “politicamente controverso” foi adiada. Também foi destacado que Moraes é “considerado uma das figuras mais poderosas do Brasil”.

As publicações ainda citaram o senador Flávio Bolsonaro (PL), candidato à Presidência, que também é investigado por relações com Vorcaro. O caso foi descrito como espinhoso, em razão das expectativas sobre uma possível investigação inédita de um integrante do STF e da proximidade das eleições.

Análise é adiada

O STF encerrou a sessão sem iniciar a análise sobre a abertura de investigação contra Moraes. No começo do encontro, Gilmar Mendes apresentou uma questão de ordem para que os ministros decidissem se a atuação de André Mendonça, contestada por Moraes, deveria ser analisada junto com o caso.

Depois dos bate-bocas entre os ministros, Flávio Dino pediu vista. A sessão foi encerrada, e a análise pode ser adiada por até 90 dias.

As publicações também lembraram que o próximo presidente nomeará pelo menos quatro novos ministros do STF. Uma delas destacou que o tribunal nunca havia investigado um de seus próprios membros em 135 anos de história e que as eleições ocorreriam em menos de três semanas.

Texto produzido pela Redação Janela do Fato com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

NewsletterCinco leituras por manhã.

Mais lidos

  1. 1
  2. 2
  3. 3
  4. 4
  5. 5