Nelly revelou que estava doente antes de fazer sua estreia no Brasil, no Rock in Rio. Após a apresentação, o rapper disse que passou os dois dias anteriores de cama, mas que não deixaria de participar do festival.
"Há dois dias eu estava de cama, literalmente. Fiquei muito doente, destruído. Mas eu não perderia isso de maneira nenhuma", afirmou Nelly.
O show teve 55 minutos e foi sustentado principalmente por músicas que marcaram a carreira do artista nos anos 2000. O repertório incluiu faixas dos álbuns “Country Grammar” (2000) e “Nellyville” (2002), além de “Just a dream”, de 2010, uma das canções mais acompanhadas pelo público.
Com um DJ e um rapper de apoio, Nelly alternou canto, rimas e palavras de ordem. Ele subiu ao palco com uma camisa de basquete da coleção da Nike dedicada a Michael Jordan e à Seleção Brasileira.
A apresentação não teve banda de apoio, transições elaboradas entre as músicas ou uma direção artística específica para o telão. O formato também incluiu versões curtas de canções de Michael Jackson, Hall & Oates e Journey, com Nelly cantando por cima delas.
Mesmo enquanto conversava durante parte do show, a plateia aprovou a proposta. A reação foi mais intensa quando o rapper apresentou seus próprios sucessos, entre eles “Hot in Herre” e “Dilemma”, parceria com Kelly Rowland.
Nelly ajudou a consolidar a combinação de rap com refrões pop românticos. As duas músicas chegaram ao topo da principal parada da revista americana “Billboard” e renderam um Grammy ao artista cada uma.
A carreira também passou pelo country rap entre 2019 e 2021, fase que não alcançou o mesmo nível de sucesso. Esse repertório ficou fora da festa dedicada aos anos 2000.








