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Susan Sarandon relata pressão de agências após declarações sobre Gaza

Atriz afirma que perdeu filmes e que diretor de longa apresentado em Veneza foi aconselhado a não escalá-la.

Susan Sarandon relata pressão de agências após declarações sobre Gaza
Foto: Yves Herman/Reuters

Susan Sarandon afirmou que agências de talentos continuam recomendando que ela não seja contratada, depois de a atriz defender publicamente a Palestina e pedir cessar-fogo na Faixa de Gaza. A declaração foi feita neste domingo (6), durante uma coletiva no Festival de Cinema de Veneza.

Sarandon está no festival para apresentar o filme "The Echo Chamber", dirigido pelo italiano Andrea Pallaoro. Segundo a atriz, o diretor recebeu alertas de pessoas do setor para não escolhê-la para o projeto.

A atriz disse que perdeu filmes recentemente por causa de seu posicionamento, mas afirmou que se sente acolhida fora do circuito das grandes produtoras americanas. Ela encontrou no cinema independente europeu um espaço de trabalho e declarou: "Encontrei minha família, encontrei meu pessoal e estou bem".

Sarandon também afirmou que houve uma mudança na percepção internacional sobre a relevância histórica da Palestina e sobre os vínculos dos sionistas com os Estados Unidos e a política americana. Para ela, muitas pessoas passaram a compreender o volume de dinheiro enviado pelos Estados Unidos a Israel.

A vencedora do Oscar de melhor atriz por "Os Passos do Algoz" (1995) e estrela de "Thelma & Louise" (1991) foi dispensada da agência de talentos UTA em novembro de 2023. A decisão ocorreu após um discurso em um ato pró-Palestina em Nova York.

As falas feitas no comício geraram repercussão na indústria do entretenimento. Depois, a atriz publicou um pedido de desculpas por parte do que havia dito na ocasião.

Texto produzido pela Redação Janela do Fato com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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