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“Verity” chega aos cinemas com erotismo, violência e paranoia

Filme baseado no livro mais vendido de ficção no Brasil neste ano é estrelado por Dakota Johnson e Anne Hathaway.

“Verity” chega aos cinemas com erotismo, violência e paranoia
Foto: Divulgação

A adaptação de “Verity” chega aos cinemas nesta quinta-feira (1º), com uma trama que combina erotismo, violência e paranoia. O livro de Colleen Hoover lidera a lista de ficção mais vendida no Brasil neste ano, com quase 130 mil exemplares comprados.

Na história, a escritora Verity Crawford fica paralisada depois de um acidente de carro e não consegue concluir uma série de livros. O marido, Jeremy, contrata Lowen, uma autora falida, para completar o trabalho.

Lowen se muda para a casa do casal e encontra uma suposta autobiografia de Verity. No manuscrito, a escritora descreve atos de violência contra os próprios filhos e afirma não ter desenvolvido amor materno. A nova autora também diz ver Verity andando pela casa, embora ela esteja em uma cadeira de rodas, e passa a se envolver com Jeremy.

Suspense e cenas de sexo

O filme mantém o caráter erótico do romance. Uma das cenas mostra Lowen mordendo a cabeceira da cama durante o sexo, no mesmo ponto em que Verity teria deixado uma marca. Em outro momento, que não existe no livro, Lowen se masturba pensando em Jeremy e imagina beijar Verity, que a morde até seus lábios sangrarem.

Hoover afirma que histórias que misturam sexo e violência são divertidas de escrever e ler. “Não gosto que me coloquem em uma caixinha”, disse a escritora, que também publicou romances, livros para jovens e obras paranormais.

O longa tem Dakota Johnson como Lowen, Anne Hathaway no papel de Verity e Josh Hartnett como Jeremy. Michael Showalter dirige a produção. Hathaway afirmou ter se interessado pela oportunidade de surpreender o público.

Livro lidera vendas

Publicado no Brasil pela Galera, selo juvenil da Record, “Verity” é recomendado para adultos e aparece à frente das demais obras de ficção no ranking elaborado pela Nielsen em parceria com o PublishNews. A trama só fica atrás do álbum de figurinhas da Copa do Mundo na lista geral.

A obra foi lançada em 2018, quando Hoover decidiu experimentar uma história mais chocante e sombria. No cinema, não aparece a passagem mais polêmica do livro, em que Verity relata ter usado um cabide para tentar provocar um aborto.

A escritora começou a publicar por conta própria em 2012, com “Métrica”, lançado na Amazon. Sete meses depois, o romance chegou à lista de mais vendidos do The New York Times. Durante a pandemia, Hoover disponibilizou cinco livros gratuitamente na internet; “Verity” estava entre eles.

Depois da adaptação de “É Assim que Acaba”, marcada por uma disputa judicial entre Blake Lively e Justin Baldoni, Hoover diz que o trabalho em “Verity” ajudou a recuperar sua paixão pela escrita. Ela também contou que recebeu um diagnóstico de câncer, passou por cirurgias e agora está livre da doença.

“Estou trabalhando em outro e já escrevi dez capítulos. As coisas parecem estar indo bem”, afirmou.

Texto produzido pela Redação Janela do Fato com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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