A atuação de Gabriel foi o principal destaque individual do Santos na vitória sobre o Internacional. O atacante recebeu nota 7.5 e decidiu a partida em dois lances: roubou a bola de Félix Torres para abrir o placar e converteu o pênalti que sofreu, ampliando a vantagem santista.
Rollheiser também teve participação importante na construção ofensiva e foi avaliado com 7.0. O meia argentino deu o passe para a jogada do pênalti e cruzou para Oliva marcar o terceiro gol. A análise apontou, porém, que o jogador caiu de rendimento depois do intervalo.
Arthur Melo recebeu 6.5 em sua estreia. O volante entrou para ajudar o Santos a retomar o controle da partida, protegeu a posse de bola e deu mais cadência ao time.
Entre os demais titulares, Gabriel Brazão, Willian Arão, Luan Peres, Escobar e Oliva receberam nota 6.0. Brazão fez intervenções em cruzamentos, mas não alcançou o chute de Aguirre nem o pênalti convertido por Bruno Henrique. Arão foi considerado a opção mais consistente para substituir Lucas Veríssimo, enquanto Luan Peres teve pouco trabalho diante do ataque adversário.
Oliva marcou de cabeça após cruzamento de Rollheiser, mas a avaliação registrou que o volante demorou a pressionar Aguirre no lance do primeiro gol do Internacional. Escobar venceu duelos com Vitinho e ganhou mais liberdade ofensiva após a expulsão de um adversário.
Igor Vinícius ficou com 5.0. Gustavo Henrique, João Schmidt, Gabriel Bontempo, Lima, Thaciano e Caballero receberam 5.5. Miguelito teve a menor nota, 4.5, após cometer um pênalti no primeiro lance em campo.
Lima teve uma chance aos 49 minutos do segundo tempo, mas não conseguiu finalizar. Caballero foi elogiado pelo esforço, embora tenha falhado na marcação de Bruno Gomes no gol do Internacional.
O técnico Cuca recebeu 7.0. A avaliação considerou que ele repetiu a estratégia usada contra o Vasco, com resultado positivo principalmente no primeiro tempo, mas apontou relaxamento da equipe na etapa final.








